O Supremo Tribunal Federal promove nesta quarta-feira uma de suas sessões de alta audiência no Pais porque está definindo jurisprudência fatal para algumas candidaturas espalhadas Brasil afora e, sobretudo, dando seu veredicto final sobre a vigência do “Ficha Limpa” ratificado pelo Tribunal Superior Eleitoral.
A matéria em que o STF define o futuro do ex-governador Joaquim Roriz tem, em parte, tudo a ver com a mesma destinação da candidatura do ex-governador da Paraíba, Cássio Cunha Lima, pois a sinalização de hoje significará a projeção do seu futuro político.
Destaque-se para inicio de conversa que o conteúdo apresentado pelos quatro advogados de Defesa do ex-governador Roriz foi espetacular do ponto-de-vista da exposição de doutrinas tratando da matéria de elegibilidade sob o manto constitucional.
Mesmo assim, em nada as argumentações dos doutos advogados impressionaram, tanto que o Procurador Geral da República, Roberto Gurgel, descartou todos os dados apresentados e ratificou seu posicionamento em favor da recusa da candidatura de Roriz.
A posição do Ministério Público tem sido objeto de balizamento em alguns júris, portanto, a manifestação primeira da Corte expressa a possibilidade de manutenção do veto a quem foi julgado por colegiado ou fugiu da cassação como aconteceu comRoriz.
Voltaremos ao assunto já.

