Tem novo comando no Folia de Rua




 O animador cultural Bola Nonato com seu vice Marconi Barbosa e demais diretores foram empossados ontem à noite para novo mandato de dois anos na Associação Folia de Rua – o principal suporte para a festa chamada carnaval. Tem caráter de prévia, véspera mesmo, mas um dia vai precisar emendar no carnaval, entretanto, essa é outra história.

O novo presidente falou de improviso e nessa condição pontuou com muita clareza seu vinculo com os valores da cidade, seu compromisso com os blocos e a busca de fazer uma gestão democrática envolvendo as decisões colegiadas como premissa.

Muito seguro, Bola Nonato deixou claro que sua gestão começa hoje buscando arregimentar meios para fazer funcionar a sede da entidade no Centro Histórico a partir de atividades de cidadania, através do Folia Cidadã – destinado aos jovens da área – antes que o Carnaval chegue propriamente.

Além de já estar discutindo internamente a versão 2011 da Folia, andou dando recados extremamente seguros sobre como pretende administrar, por exemplo, a abertura da festa, que este ano sofreu atrofia no percurso histórico se fixando apenas no Ponto de Cem Réis e no bairro Cordão Encarnado, matando de inanição a arte/animaçao do Centro Histórico mais efetivo.

Bola deixou claro que vai compatibilizar as coisas buscando manter uma parte no Ponto de Cem Reis, mas voltando o percurso antigo até manter o Pólo na Praça Antenor Navarro.

Certamente que vai precisar suar muito com sua diretoria, mas para inicio de conversa, Bola Nonato começou com o pé direito ou esquerdo, tanto faz, produzindo esperança e fé em bons resultados.

Se é assim, a cidade agradece.

Ausências

Na posse, prestigiada pelo superintendente licenciado do SEBRAE, Julio Rafael, fez falta a ausência de Fuba, Buda Lira, Ana Maria Gondim, Flauber.

Mas, no meu peito de saudades, faltaram mesmo foram Dona Creuza, Sérgio Carneiro e João Grandão – mas estes disseram estarem impossibilitados porque a estrada do andar de cima para cá Deus ainda não a construiu.

Ultima

 Ai que saudade/ dos carnavais/ dos tempos de outrora/

Tinha serpentina/ um cheiro de perfume que não tem agora…”

 

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