NATAL – Nosso fim-de-semana abriga uma agenda especial na terra dos Três Reis Magos visando conhecer e identificar os problemas e perspectivas para a Mobilidade Urbana aspecto critico de alta importância em todo o Brasil diante do volume preocupante de veículos nas cidades e a necessidade de qualificação do transporte urbano, cada vez mais. Um debate em nível de Nordeste nos traz aqui como observador das teses.
Entre tantos enfoques se impõe uma indagação, mesmo aleatória: quando a classe média e alta vai estar ocupando sua agenda como usuário do transporte público para evitar o caos urbano em horas de pico? Indagações sobre assuntos com este e, ainda, o ônus da gratuidade (quem paga), entre outros, me fez pensar e olhar o futuro de nossa João Pessoa, hoje sofrendo os mesmos efeitos da grande quantidade de carros nas ruas.
Por esses e outros aspectos, confesso que continuo sem entender nem acatar como melhor alternativa, a decisão manifesta do prefeito de João Pessoa, Ricardo Coutinho, de que impedirá a construção de viaduto entre a Epitácio Pessoa e Beira Rio anunciado pelo governo Maranhão.
Isso remete à indagação básica: se é (ou pode) ser uma obra de solução para parte desse estrangulamento do tráfego diário, por que admitir que a birra política se sobreponha nesse e em outros casos similares? Vamos e nesse contexto o prefeito retroceder injustificadamente em face de picuinhas políticas?
Aliás, o problema é maior porque se tratam de dois lideres políticos (Maranhão e no caso Ricardo) até bem pouco tempo atrás aliados e comungando com o mesmo entendimentos de parceira para a sociedade paraibana.
Por isso, mesmo que se questione ou se debata mais aspectos técnicos da obra sugerida pelo governador, Ricardo Coutinho precisa flexibilidade mais no trato dos assuntos de João Pessoa mesmo porque ele é dirigente, gestor público, e não um ditador ou proprietário da cidade impedindo avanços que se possam acontecer em nome da própria sociedade.
Em síntese, precisamos acordar e rever urgentemente esse posicionamento fraticida de inimizades pessoais contribuindo para o retardamento de soluções para nossos problemas urbanos.
Chega de retrocesso (nesse campo) na inexistência de civilidade mínima para que nossos lideres possam pactuar convivência mínima em nome da coletividade.
Umas & Outras
…Mesa animada chamou a atenção na sexta-feira de Bruno e Marroni em João Pessoa, no restaurante Ippon, de comida japonesa. O casal Valdivia e Roberto Santiago dava boas gargalhadas com o ex-governador Cássio acompanhado de Silvia Cunha Lima.
…A contagem regressiva para a realização das eleições nos diretórios do PT aponta o inicio do partido na direção de 2010.
…Pena que descambou, em alguns casos, em inimizades.
…Luiz Couto chega ao processo de votação animado por aliados projetando sua vitória, entretanto, os números de várias tendências em torno da disputa apontam na direção de vitoria de Rodrigo Soares.
Última
Na verdade a mão escrava/
Passa a vida limpando o que o branco sujava…
