O novo movimento produzido pelo governador José Maranhão em pleno feriado para o servidor público gerou como foco a cidade de Campina e sua significação no contexto da vida política estadual e, em outro momento pontual, seu relacionamento com o PT.
A primeira observação ratificadora de compromissos com Campina Grande foi reafirmada com a declaração a Dagoberto Pontes que, em 2010, a cidade vai figurar com relevância na chapa majoritária.
Uma outra afirmação relevante se voltou para o PT tendo como alvo o vice-governador Luciano Cartaxo. Maranhão comentou claramente que está satisfeito com o companheiro de gestão e quer tê-lo na chapa como vice. Tudo só depende do PT, ressalvou porque, de fato, no PT a democracia é soberana nas decisões partidárias, mesmo quando alguns não seguem a decisão tomada.
De fato, Luciano Cartaxo tem se mostrado jeitoso, agregador e de livre trânsito nas várias facções políticas do Estado, por isso gera conceito interno e externo do governo sempre na direção da proatividade. Mesmo assim, como disse anteriormente, precisara costurar a reposição internamente no PT.
Aliás, pensando bem e juntando as falas do governador se ele quer Campina e o PT na majoritária (este ultimo na vice) logo se deduz sem nenhum tipo de dificuldade que o candidato a ser indicado por Veneziano Vital disputara o Senado. Está na cara, não precisa ser nenhum Dagoberto Pontes.
No mais, a segunda-feira de Maranhão na cidade foi para falar de obras ( Hospital de Traumas, Adutora, etc) no mesmo diapasão de quem está decidido a acelerar o andamento das açoes para que a sociedade usufrua já do resultado desses investimentos e isso, como desejo, se transforma em cumplicidade eleitoral.
Em pleno feriado, Maranhão se manteve no trabalho.
