Duda, mano Cândido de Maria

Para todos os sobrinhos Cândido, Santos, Moreira, Crispim e Menezes

Tem gente que nasce para brilhar. Faz até um pouco mais: cria as condições de ser diferente parecendo a viva presença de Deus transformando trabalho em cidadania, suor em capitalismo também, mas tudo como sucesso de vida dedicada, familiar, como se fosse Doutor de academia sem sê-lo, mesmo podendo orgulhar-se de ser transformador com tal ou mais sabedoria.

O maior exemplo empreendedor, ousado e humano da minha vida se fez apresentar-se logo cedo através de um nome espetacular perto de mim. Chama-se Hilton Cândido, mano Duda, que vejo e comprovo nele a figura vencedora de empresário, chefe, solidário, duro e mole depende, mas um grande fazedor de resultados positivos.

Tem um lado maior ainda e logo exemplar, que é o Pai, Irmão, Tio, amigo, o CARA.

Duda, a rigor, é um Meninão, cara dura – às vezes, fala repetida, como se fosse um papagaio atropelando palavras, mas, mentira, nada sai de sua lavra que não seja a síntese de um homem conhecedor da vida comum ou complexa, tanto faz, desejoso de contribuir com o crescimento coletivo.

Poucos sabem mas a inspiração empreendedora de minha vida partiu, no primeiro momento, tendo a referência em Duda um inventor em criar perspectivas de sobrevivência ofertando essa possibilidade ao maior numero de necessitados. Se for para correr na luta, lá está ele, se for dividir apoio aos mais frágeis lá vem ele no cântico e na costura de solução.

Este é o Homem dos tempos modernos que também se ampara na cobertura e cumplicidade da companheira grandiosa de nome Etel, uma das Menezes, herdeira do humanismo de Dona Elza e do pai Menezes, tanto que dessa união eles expõem ao mundo, em vida, dois tesouros juvenis, Fernanda Júlia e George – pense em dois filhos de primeira grandeza!

Mas, como em toda a trajetória de gente vitoriosa, que faz, Duda também colecionou dificuldades, fez do oficio da sobrevivência a convivência com todo tipo de viração – foi cobrador de ônibus, lavador de carro, auxiliar de almoxarife, almoxarife até enveredar logo cedo, nos vinte e poucos anos, na vida empreendedora se transformando no mais importante comerciante da Capital no segmento de rolamentos e similares.

Nunca, entretanto, dificuldade alguma fez Doutor Hilton se abater, muito pelo contrário, fez da régua e do compasso ofertados por Maria Julia a fórmula ideal de superar barreiras e ser o que ele é: um Homem essencialmente Bom.

Já foi dito – e muitos encaram numa boa, que ele é bonito, rico e magro – atributos somente afeitos a quem tem coração, procedimentos e compromissos de gente de bem com a qualidade de vida consigo mesmo, com a família e os amigos que ele os tem para servir, como o faz nas lides religiosas sendo um servo de Deus.

Aos 50 anos, meu irmão Duda, é tudo o que eu sintetizo como benção divina, que tanto nos orgulha.

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