O Tribunal Superior Eleitoral tomou uma decisão importante quanto ao entendimento majoritário de que o prefeito de Bayeux cometeu excessos na campanha de 2006, ou seja, cometeu a pratica de abuso de poder, por quer seu allojamento do cargo.
A tese em curso é de que, em face da decisão, haja novo processo eleitoral e não a ascensão do segundo colocado, atual deputado Expedito Pereira.
Em sendo matéria no mesmo estado e sob mesma acusação em tese, a forma de trato do caso de Bayeux diferentemente da cassação do governador Cássio Cunha Lima leva o mundo político a muitas questões e questionamentos.
Nessa mesma tese de caso similar do caso Bayeux ao do governador Maranhão, imagina-se que haja o encaminhamento seqüenciado no mesmo nivel do que aconteceu na situação estadual (de Cássio), mas já existem outros entendimentos.
A propósito, por que mudar a jurisprudência? Haveria interesse maior? A propósito em que nível se daria e a envolver que pessoas/lideres?
De fato o caso de Bayeux está deixando o TSE na berlinda porque, de acordo com o tratamento a ser dado a partir de agora possa gerar muito espanto e incompreensão sobre a forma de tratar casos semelhantes, se bem que no caso de Cássio se deu procedimento vedado e não compra de votos, disse o tribunal.
Seja o que for, os holofotes em torno do TSE se ampliou muito.
