Na vida, sempre que possível, precisamos fazer justiça aos personagens que deram grande contribuição à sociedade de uma forma geral e, especificamente, à Universidade Federal da Paraíba.
Na prática, quero me referir ao professor politicamente humanista e capaz de nome Iveraldo Lucena. A abordagem de agora se deve a uma falha no trato dos 50 anos do curso de Educação Física da UFPB: exaltaram-se personalidades merecidas, como o ex-reitor Lynaldo Cavalcanti de Albuquerque e a ex-coordenadora do curso Vera Nóbrega de Lucena, mas esqueceram de mencioná-lo.
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A rigor, o professor Iveraldo, então pró-reitor para Assuntos Comunitários da UFPB a partir da gestão Lynaldo, foi quem deu caráter de valor fundamental ao significado da extensão, atraindo a sociedade civil para perto e para dentro da universidade.
Este é um componente diferenciado porque, em um tempo lá atrás, os vigilantes expulsavam os moradores do Castelo Branco ávidos por desfrutar das oportunidades oferecidas pela Educação Física, atraindo tempos de História com H maiúsculo, mesmo em épocas fechadas.
Muito mais
O professor Iveraldo Lucena marcou época como o principal gestor nas negociações, sobretudo, com as lideranças estudantis universitárias, acaloradas na defesa de melhorias para a educação de terceiro grau.
Lideranças estudantis da UFPB à época, como Sérgio Botelho, Walter Dantas, Severino Dutra, Walter Aguiar, Sônia Germano, Agamenon Sarinho, entre outros, sabem da importância fundamental do professor Iveraldo nas negociações com a PRAC e a Reitoria em momentos difíceis da realidade político-ideológica dos anos 70 em diante.
A abertura gradual para a existência da eleição indireta no Diretório Central dos Estudantes e tantos enfrentamentos existentes na época tiveram o tirocínio e a capacidade de articulação e negociação do professor Iveraldo Lucena, um mestre sem igual na condução dos processos.
Eis o resumo da ópera. Devemos muito a ele por sua habilidade professoral.
Última
“O olho que existe / é o que vê”

