NATAL – Nas andanças pelo Nordeste e Estados do Brasil afora, se há um diferencial que sempre chama mais atenção é identificar, caso a caso, onde identificamos avanços concretos, tanto em termos de processos culturais e de gestao quanto de obras, até mesmo no composto estruturante.
Natal, por exemplo, é um exemplo real de pujança a olhos nus diante dos altos investimentos em área distintas da economia. É que a crise política, também existente por aqui, mas felizmente não freou a imponência das ações empresariais, concomitantemente a participação do poder público.
Antes que se instale um sentimento de exclusão de João Pessoa nessa nova ordem, é justo reconhecer que há um novo jeito e de resultados na capital das Acácias, de Zé Ramalho e Livardo Alves, sob o comando do prefeito Ricardo Coutinho. É a sociedade quem diz.
Postos tantos valores num só balacubaco, sinto-me no dever de discorrer neste momento sobre a inserção da Universidade Federal da Paraíba, berço da sabedoria dos últimos séculos, pela fase extraordinária que convive neste segundo Reitorado do professor Rômulo Polari, tanto em termos de conjuntura macro (ensino sem contar o alto crescimento de titulação docente, pesquisa e extensão), como em ações pontuais, como se dá no caso da referência em que ela se apresenta em várias áreas do conhecimento em nível internacional, a exemplo da TV Digital brotada e concebida sem pecados na pequena floresta do Campus I.
Destarte, como diria a linguagem jurídica, a força do momento experimentado pela UFPB se aplica também fortemente em termos de obras. Outro dia, sem que se apercebessem dirigentes, servidores e alunos, pude ver com meus olhos, que a terra há de comer, um formidavel conjunto de obras espalhadas em todos os níveis de visibilidade impactante.
Sabem por que? Sem duvidas porque o Governo Lula resgatou o compromisso com o ensino brasileiro especialmente de terceiro grau e, em grau equivalente, a dedicação e planejamento postos em prática pelo atual Reitorado, hoje a elevar o sentimento de orgulho sobre a instituição, tudo porque estamos atestando a aplicabilidade correta de meios, recursos e fins em favor da sociedade, através das presentes e futuras gerações.
Melhor ainda é saber que a gula de saber e interferência proativa da UFPB não se limita aos contornos das cercas refeitas dos diversos campi.
Ainda sem o tamanho que há de alcançar, ate porque a mesquinhez política volta e meia tenta obstacular, a UFPB tem promovido uma ação de alta significação na direção do futuro quando se propõe a ser o abrigo de grande e alta discussão sobre o que nos reserva em termos de futuro chamando a sociedade organizada (e a desorganizada também) a debater e construir alternativas e novas etapas de nosso desenvolvimento social.
Longe de valores pessoais, a abordagem aqui serve apenas como olhar justo e necessário a provocar toda a sociedade paraibana para que vá lá ver com seus próprios olhos os avanços que, enfim, brotam em meio ao ambiente mais qualificado do conhecimento paraibano, a Universidade no nosso caso ainda tendo a UFCG, EUPB, Unipê, etc mesmo assim, neste momento, se faz necessário tirar o chapéu para a UFPB, a mais antiga e fundamental.
Com todo respeito aos ex-reitores mas, se reparar o processo histórico, depois de José Américo na conquista de implantação e, posteriormente, da fase excepcional de Lynaldo Cavalcanti é a gestão de Polari quem dá o Plus tão buscado pela sociedade.
Em sendo assim é possível, sim, avançar.
