CAMPINA GRANDE – Antes mesmo de participar de um momento especial da cultura brasileira com exibição a convidados nesta terça-feira, no auditório da FIEP, do filme Paraíba, meu amor já estava ruminando, cá comigo – sem parar, sobre a consciência e postura do presidente do Tribunal Regional Eleitoral, desembargador Nilo Ramalho, tratando de sua conduta no processo sucessório em curso no ano de 2008.
De forma simples de ser, o presidente chegou à sede do Grupo WSCOM, em João Pessoa, para visita especial sem aparatos nem holofotes ao redor. Quis, como disse, retribuir ao gesto distinto de um veiculo que sempre tem lhe tratado de forma respeitável.
– Gosto de estar aqui porque a conversa se resume a trocas de informações sensatas e inteligentes sempre a invocar nosso raciocínio teorizou o presidente.
Mas, na conversa entremeada pelo editor adjunto do Portal, jornalista Onivaldo Júnior, o desembargador deixou claro aos quatro cantos: Não devo nada a ninguém, pois ascendi à Presidência por critério de antiguidade, nem deixarei de exercer rigorosamente a lei doa a quem doer.
Foi mais além: a sociedade paraibana pode saber por antecipação que tudo faremos para coibir os abusos e impedir condições desiguais aos candidatos.
Noutro momento, ele ponderou: vamos ser rigorosos, mesmo que observando os trâmites e o fator tempo porque, às vezes, como diz o adágio popular, a pressa é inimiga da perfeição.
Depois, tranqüilo, o presidente falou da presença em João Pessoa de um grupo do TSE produzindo treinamentos para o Tribunal Regional se enquadrar nas novas ferramentas. Ao final, ele declarou: estou tranqüilo e consciente do meu papel, que nada tenho a temer e dever a ninguém.
Não sei bem aonde chegou o recado, mas que a eleição de 2008 tem homem publico de pulso forte e imparcial, ah isto tem.
