Turismo e economia contidos

Brasília – Bastou pouco tempo na Capital Federal para identificar que a intenção do Governo do Estado de expandir ao máximo a economia advinda do turismo – indústria sem chaminés – passa a sofrer um contencioso ruim porque um dos equipamentos básicos no fomento ao embarque/desembarque turistico vai continuar em ‘banho maria’, sem sua conclusão, que é o Aeroporto Castro Pinto.

Reportagem levantada com Exclusividade pelo WSCOM Online indica que a obra está lenta e sua celeridade depende de novos R$ 40 milhões a serem advindos de contrato aditivo ainda depende da burocracia federal, a partir da Infraero.

Mesmo levando em conta que, por hipótese, haja desbloqueio dos recursos já agora em junho, a inauguração definitiva do equipamento só se dará no início do próximo ano, no novo Governo estadual.

Segundo a reportagem, o superintendente da Infraero na Paraíba, Adilson Pereira, confirmou a dependência dos novos recursos e a necessidade de sete meses, no mínimo, para a conclusão da reforma.

Ouso dizer, com apelo à tolerância de todos para não parecer pedante, que mesmo admitindo o aporte de R$ 40 milhões, a estrutura projetada com a reforma ainda é muito aquém do que um dia será preciso será feito nesse importante equipamento da nossa economia. Falta, entre tantos fatores, ousadia casada com suporte do trade turístico para chegarmos a um estágio de inserção mais taluda nesse nicho de mercado.

Conheço todos os aeroportos do Nordeste, portanto, não incorro em erros ao dizer que somente João Pessoa e Teresina dispõem de estrutura tacanha, pequena, que mais parece uma grande Rodoviária quando se chega num grande centro urbano.

É preciso observar, antes que o debate político transforme o foco para uso e deturpação, que ao longo dos 30 anos tivemos alguma mudança relativa, pois, quando pensamos na estrutura hoje depósito das empresas aéreas ( ali, ao lado dos hangares ), certamente que demos algum passo mas, hoje, se comparado aos demais aeroportos regionais somos ainda pequenos.

O danado é que o crescimento aeroportuário não pode (nem deve) ser apenas mero empenho e prestigio de governo porque se não estiver plugado com a sistemática continuada do segmento, ou seja, com a ampliação da demanda real de passageiros porque, do contrário, teremos obras faraônicas com a já denominada condição de “elefante branco”.

Por isso, ao futuro Governo vai estar posta como responsabilidade a sistematização de um grande projeto, a partir dos avanços que já tivemos, ampliando o raio dos negócios para exportação (quem sabe) ou atratividade de equipamentos adicionais (zona franca?) acoplados a uma macro ação de publicização de nossas potencialidades turísticas para atrair mais investimentos e consumidores.

De qualquer forma e por enquanto, somos um arremedo de Aeroporto – no nível desejado por todos.

Além do social

Nesta quarta-feira, duas figuras de expressão da Paraíba, Guilherme e Liana Rabay completam 50 anos de casados, a famosa Bodas de Ouro – o que, de fato, é um feito especial nos tempos de hoje.

Durante muito tempo, lá atrás, ambos foram muito atuantes na sociedade, no governo, na Secretaria de Educação e no meio empresarial.

Por isso hoje haverá a celebração de uma missa em Santa Julia as 17horas.

Agripino Neto

O nome do ex-deputado federal João Agripino Neto voltou a constar em conversas reservadas, algumas delas negadas por pura estratégia.

João não é de correr de desafios. Tem um detalhe: se ele for mesmo ungido ao cargo falado, haverá problemas porque já tem gente dizendo que nele não vota mais.

Ricardo fora

O Secretário de Comunicação, Nonato Bandeira, envia e-mail educado à coluna informando que o prefeito Ricardo Coutinho não se intromete em disputa eleitoral de entidades.

Tudo bem, mas seu assessor/amigo Alexandre Urquiza precisa saber disso, pois usou o nome do prefeito pedindo voto no Folia de Rua.

Polícia arbitrária

Um grupo de policiais militares exorbitou, ontem, no primeiro jogo entre Botafogo e Treze quando, ao flagrar um torcedor fotografando cenas de brabeza mandou prende-lo e encaminha-lo à delegacia como bandido.

A alegação do capitão brabo foi de que o torcedor teria disparado 4 bombas na arquibancada sol. Azar do argumento é que, ao lado do torcedor estava um advogado e um publicitário testemunhando exatamente a inexistência da alegação.

O Comando firme da PM bem que fez superar o affair, mas precisa dizer aos lideres que esse tipo de Policia só serve para prender e bater em pobre, quando não mata – a exemplo de São Paulo, recentemente.

A sorte do torcedor é que era branco e de família famosa.

Lamentavelmente isso ainda perdura. Fico pensando, logo eu, de origem pobre na Torrelândia, no lugar do rapaz teria com meus amigos dormido no xilindró, inocente, isso lá atrás, quando era pobre de jô.

Hoje não sou mais, mas defendo meus irmãos de Torre e Zé Pinheiro até debaixo d’água.

Última

“Repare/ a multidão precisa/
De alguém mais alto a lhe guiar…”

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