Por que Vice de Campina?

Brasilia – Nos últimos tempos, preferencialmente, há um cenário político atípico em Campina Grande a motivar reflexões que, mais na frente, daqui a pouco, devem se transformar em decisão sobre optar ou não por alguém desta cidade como candidato a vice-governador na chapa do senador José Maranhão.

Diferentemente de João Pessoa, que conceitua a composição política em cima de princípios de valor estratégico, de somatório ideológico mais representatividade, em Campina – mais uma vez, a escolha de um nome da Oposição na chapa maranhista na atual sucessão não terá valor maior, se o DNA for diferente da própria Campina.

Sejamos mais explícitos, se o Vice não for de Campina, não emplaca e isso favorece a Cássio, nascido e bem nutrido, criado por lá. Em tese é essa a questão que anda ‘queimando’no juízo das pessoas estimuladas por estratégias de alta elaboração.

Trocando em miúdos, há muita gente fora da Oposição – especialmente na banda do Governo do Estado – elaborando ‘sub-repticiamente’ – um discurso de que a cidade pode votar em Cássio/Veneziano ( embora este último não seja candidato), como querer isolar Maranhão do contexto de importância em Campina levando-o ao emagrecimento eleitoral.

É que, qualquer guri de calça curta de Zepa sabe, em Campina reside a esperança e desejo desenfreado do governador/candidato Cássio para fazer frente à pisa, que por ventura sofra em ambientes como a Grande João Pessoa levando-o a sonhar com os mesmos percentuais consagradores da eleição passada. Ele sabe, tem consciência mesmo, que a repetição lhe é fator preponderante.

Só que, desta vez, ele tem um gargalo à frente, ou seja, a administração operosa e conceitual de Veneziano Vital, sem levar em conta a questão de boniteza que o filho de Ronaldo já não tem mais sozinho. Na prática, significa dizer que a máquina da Prefeitura azeite com o gogó afinado do “Cabeludo”é fábrica na certa a “botar água no chope” do governador, se o confronto for radicalizado com gente de Campina misturado nesse angu eleitoral.

Sem tirar nem por é este emaranhado e conjuntura a fazer a Oposição ao governo estadual em Campina a sonhar todo dia em um personagem capaz de somar votos e desmestificar a “onda” crescente de que Cássio e Veneziano podem conviver juntos, mesmo sabendo-se desde já que o sol e a lua nunca haverão de conviver juntos, mesmo se Galileu ou Deus quisesse. A física é quem prova isso.

Pois bem, é esse embróglio que vai esquentar o juízo do senador Maranhão, visto que a ele estará facultada a decisão/inclinação pelo nome a Vice, mesmo diante de movimentos fortes que o prefeito de João Pessoa, Ricardo Coutinho, faz para indicar o “dito cujo” – companheiro de chapa do ex-governador.

Bom, se é assim, quem tem juízo faz o quer, inclusive ignora Campina – que nesse caso pode ser fatal.

Num brinquem com os “caba” de pescoços rosados, senão o coro come para o bem de Cássio e trupizupe de Bodocongó.

Quem viver, verá.

Nomes, apenas

Por enquanto, cresce entre os pemedebistas o óbvio nome da inquieta assistente social Dona Nildinha, mais do que mãe dos “meninos” – Veneziano e Vital – um “motor”de gente andando sem parar por paragens antes dominadas em absoluto pelo grupo de Dona Glória Cunha Lima.

Pode ser outro nome – quem será? – mas que a turma só pensa no Vice de Campina na chapa de Maranhão, ah isso não há dúvidas.

Diálogo com a Venezuela

O prefeito de João Pessoa, Ricardo Coutinho, anda aprofundando os diálogos com a Venezuela, tanto que pode dar em investimentos na cidade de João Pessoa.

Nesta quinta-feira, ele deve estar na Embaixada venezuelana, em Brasilia.

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“Quem me levará/ sou eu…”

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