A influenciadora digital Thaisa Figueiredo e o pai dela devem deixar a prisão ainda na manhã desta terça-feira (3), após a Justiça da Paraíba determinar a soltura dos dois. Os alvarás foram expedidos pela 1ª Vara do Tribunal do Júri de João Pessoa, seis dias depois de eles serem presos durante a Operação Aurum, da Polícia Civil.
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Thaisa estava custodiada na Penitenciária Feminina Júlia Maranhão, enquanto o pai permanecia no presídio especial do Valentina, na capital. Ambos haviam sido presos preventivamente em 28 de outubro.
A decisão não estabeleceu medidas cautelares para os dois. As advogadas de defesa, Leonara Marinho e Sthefannye Coutinho, comemoraram a determinação judicial e afirmaram que sempre sustentaram a inocência dos clientes.
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Prisões ocorreram durante investigação sobre morte de empresário
A Operação Aurum investiga o assassinato do empresário e ex-candidato à Prefeitura de Bayeux Glicério Feitosa, morto em maio de 2026. As apurações também envolvem suspeitas de lavagem de dinheiro e de participação em um esquema relacionado a roubos de joias, conhecido como “gangue do ouro”.
Durante uma coletiva de imprensa, a Polícia Civil informou ter identificado movimentações de aproximadamente R$ 3 milhões em uma conta bancária vinculada à influenciadora. Segundo os investigadores, o volume seria incompatível com os valores declarados por ela à Receita Federal.
Thaisa também foi apontada como ex-companheira de um dos suspeitos presos no decorrer da operação. A defesa, por sua vez, negou que ela tenha participado do homicídio ou de qualquer esquema de lavagem de dinheiro e classificou a prisão como um equívoco.
Pai foi preso por suspeita relacionada a veículo
O pai da influenciadora também foi alvo da operação porque uma caminhonete registrada em seu nome teria sido utilizada por um dos suspeitos investigados.
As circunstâncias relacionadas ao uso do veículo e a eventual participação dos investigados seguem no âmbito das apurações policiais.

