Sessão da Câmara de Bayeux termina em confusão e intervenção da Polícia Militar

Vereadores trocaram acusações durante votação de projetos, enquanto manifestantes cobraram retorno de parlamentar ao mandato

A sessão extraordinária da Câmara Municipal de Bayeux, realizada nesta segunda-feira (7), feriado da Independência do Brasil, terminou em meio a discussões entre vereadores, protestos e tumulto dentro e nas proximidades do plenário. Diante da confusão, a Polícia Militar foi chamada para conter os ânimos.

A reunião foi convocada pela presidente da Casa, Jays de Nita, para analisar cinco projetos enviados pela prefeita Tacyana Leitão. As propostas tratavam da abertura de créditos adicionais especiais no orçamento do município.

Durante a sessão, houve troca de acusações entre integrantes da Câmara. Em determinado momento, o microfone do vereador Nildo da Casa Branca foi cortado pela presidência, aumentando a tensão entre os parlamentares.

As vereadoras França e Eloah também precisaram receber atendimento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) após a confusão.

Oposição questiona tramitação dos projetos

Os vereadores de oposição contestaram a forma como as propostas foram encaminhadas para análise da Câmara. Segundo os parlamentares, os projetos chegaram à Casa Legislativa na quinta-feira (3) e não teriam cumprido todos os procedimentos previstos para a tramitação.

A discussão sobre a votação contribuiu para o aumento da tensão durante os trabalhos legislativos.

Manifestantes cobram retorno de Rosiene Sarinho

Outro motivo de protestos foi a situação da vereadora Rosiene Sarinho. Ela obteve autorização judicial para retornar ao cargo, mas esteve na Câmara durante a sessão sem reassumir a cadeira.

Manifestantes presentes no local cobraram que a parlamentar fosse reconduzida ao mandato. Enquanto isso, o suplente Gabriel Silva continuou ocupando a vaga.

Nildo da Casa Branca também questionou a situação durante a sessão. A presidência da Câmara, por sua vez, afirmou que não havia recebido o ofício referente à reintegração de Rosiene Sarinho.

O impasse envolvendo o mandato da vereadora contribuiu para ampliar os protestos e os confrontos verbais registrados durante a sessão.

Com o agravamento da situação, a Polícia Militar precisou intervir para controlar a confusão. O episódio terminou com o plenário tomado por discussões e manifestações relacionadas tanto à votação dos projetos quanto à permanência do suplente no cargo.

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