Operação prende grupo suspeito de usar documentos de mortos para ocultar bens na Paraíba

Investigação aponta uso de documentos falsos para movimentar dinheiro ilícito.

Operação Identidade Oculta

Oito pessoas foram presas, nesta terça-feira (9), durante uma operação contra uma organização criminosa investigada por tráfico de drogas e lavagem de dinheiro no Agreste da Paraíba. A ação também bloqueou aproximadamente R$ 33 milhões e sequestrou bens ligados aos investigados.

Siga o canal do WSCOM no Whatsapp.

A Operação Identidade Oculta foi deflagrada pela Polícia Civil nas cidades de Esperança, Pocinhos e Campina Grande. Durante o cumprimento dos mandados, os policiais apreenderam documentos, dispositivos eletrônicos e outros materiais de interesse para a investigação.

Segundo a Polícia Civil, a apuração identificou uma estrutura criminosa dividida em núcleos voltados principalmente para o tráfico de drogas e a lavagem de capitais. O grupo também é investigado por usar documentos falsos para ocultar patrimônio e movimentar recursos de origem ilícita.

A investigação aponta ainda que documentos de familiares já falecidos teriam sido usados por integrantes do grupo para esconder bens e dificultar o rastreamento do dinheiro.

A Polícia Civil informou que a operação “é resultado de uma investigação desenvolvida ao longo de vários meses, que identificou a atuação de uma estrutura criminosa dividida em diferentes núcleos voltados principalmente para o tráfico de drogas e a lavagem de capitais”.

A corporação também afirmou que os indícios “apontam para a utilização de documentos falsos e, em alguns casos, de documentos pertencentes a familiares já falecidos, com o objetivo de ocultar patrimônio e movimentar recursos de origem ilícita.”

Os investigados responderão pelos crimes apurados ao longo da investigação. O material apreendido será submetido a perícia e deve auxiliar na identificação de outros possíveis envolvidos e de novos ativos ligados ao grupo criminoso.

A operação foi coordenada pela Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRACO) e pela 12ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), com apoio do Grupo de Operações com Cães (GOC), da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), do Grupo de Operações Especiais (GOE) e da Unidade de Inteligência Policial (UNINTELPOL).

Mais Posts

Tem certeza de que deseja desbloquear esta publicação?
Desbloquear esquerda : 0
Tem certeza de que deseja cancelar a assinatura?
Controle sua privacidade
Nosso site utiliza cookies para melhorar a navegação. Política de PrivacidadeTermos de Uso