O constrangimento e possibilidade de condenação a incomodar o futuro do ministro Queiroga em novo depoimento na CPI da COVID

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Na Paraíba, especificamente em João Pessoa, não há ninguém entre cidadãos ou cidadãs do Estado, que não trate o médico Marcelo Queiroga, ex-presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia, como líder profissional. Isto, entretanto, não elimina a projeção de graves problemas na direção do cardiologista podendo levá-lo a condenações , não só na CPI da COVID, como em tribunal internacional por conta das mais de 460 mil mortes de brasileiros e suas causas originadas no Governo Bolsonaro.

Marcelo Queiroga vivia em paz e em diálogo nacional, mesmo morando em João Pessoa, até que sua vaidade foi maior que a razão ao aceitar assumir o Ministério da Saúde sabendo como disse na primeira entrevista no cargo que o “verdadeiro” ministro é o presidente Bolsonaro. Esta é a raiz da tragédia para ele e, pior, ao futuro.

O QUE VAI ACONTECER

Marcelo Queiroga está e vai pagar o preço por assumir o bolsonarismo de forma dedicada como muitos médicos fizeram contra o Governo do PT pelo fato de implantar o programa “Mais Médicos” ocupado por cubanos disponíveis a ir aos rincões em que os médicos brasileiros nunca quiseram, mas geraram ódio ao ato cidadão.

O fato é que o importante médico corre riscos de transformar seu futuro em inferno até respondendo a Tribunal Internacional por genocídio.

OS PRÓXIMOS PASSOS

De acordo com informações,  senadores que integram a CPI da Covid decidiram em reunião neste domingo (30) alterar o cronograma de depoimentos da comissão para antecipar a reconvocação do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.

Segundo a CNN Brasil, tanto Queiroga quanto a médica Luana Araújo, crítica do uso da cloroquina que deixou o cargo de secretária de Enfrentamento à Covid-19, deverão comparecer ao colegiado ainda neste mês de junho.

A avaliação do presidente da CPI da Covid, Omar Aziz (PSD-AM), é que o ministro da Saúde precisa ser novamente inquirido diante da insistência de Jair Bolsonaro em comparecer, sem máscara, a manifestações que causam aglomerações.

O FUTURO

Eis que o digno médico paraibano corre riscos de terminar seu futuro com graves condenações.

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