O mundo parou para acompanhar a decisão da Justiça americana de condenar o ex-policial branco Derek Chauvin pela autoria da morte por asfixiamento do negro George Floyd. A rigor, vingou como condição pedagógica nos EUA, mas outros países, a exemplo do Brasil, ainda precisam adotar procedimentos para acabar com os altos índices de negros pobres brasileiros mortos por policiais no pais.
No Brasil, todas as estatísticas sobre índices de criminalidade apontam maior incidência de maus tratos por policiais a pessoa de cor negra e pobre – realidade esta que precisa ser contida, resolvida porque não comporta mais tamanha letalidade.
Lembremos que no nosso país ainda não houve julgamento do negro brasileiro João Alberto Freitas, morto por seguranças do Carrefour, em Porto Alegre, a partir do agente Geovani Gaspar da Silva bem como do Borges, ambos presos, mas longe de solução.
O fato é que o caso americano significa “passo gigante para justiça”, mas no âmbito brasileiro se faz fundamental ajustar protocolos para evitar a incidência de mortes de negros nas periferias. O Rio de Janeiro é desses péssimos exemplos a exigir solução.

