O universo formador de opinião convive desde o fim-de-semana com a informação de que o médico cardiologista Marcelo Queiroga assumirá o Ministério da Saúde, substituindo o ainda ministro Eduardo Pazuello, com a missão de dar continuidade ao desastre de gestão que ainda levará o Governo Bolsonaro a responder por crimes na não observância e aplicação de políticas para evitar o colapso horroroso da COVID no Brasil.
Marcelo Queiroga não precisava conviver com tantos desconfortos e exposição negativa pela conduta de subserviência ao governo negacionista que, portanto, renega a ciência e promove escândalos ao adotar métodos e medicamentos reprovados pelos setores competentes da medicina e da farmacologia internacional.
Se reparar direito, em uma semana sua vida foi devassada fruto de uma vaidade exacerbada exposto a ridículos, logo ele um profissional respeitado, mas que agora convive com a beira do inferno porquanto ao assumir a continuidade de Pazuello conviverá para sempre com processos e mais processos diante da tragédia da COVID no Brasil sustentada pela incompetência do Ministério da Saúde comandado pelo transloucado presidente Jair Bolsonaro.
Lá na Torre, diante deste cenário, certamente Maria Júlia (minha mãe in memorian) diria advetindo-o em tempo: “só cego não vê os efeitos da catástrofe em curso” porquanto cada vez mais o Governo Bolsonaro se isola num gueto de atrasos institucionais nunca visto. Vide a lista dos banqueiros e líderes da economia.
Em síntese, a decisão depende exclusivamente do Dr. Marcelo Queiroga, repito profissional qualificado, mas que está deixando a extrema vaidade e soberba construir um futuro de muitos efeitos danosos à sua vida em nome de projeto que já nasceu atrasado.
Às vezes, dar um passo atrás significa garantia de longa caminhada sem tantos malefícios para responder por todo o futuro.
UMAS & OUTRAS
… O prefeito Cicero Lucena revelou que, na pré-campanha, Marcelo Queiroga foi sugerido para ser seu vice.
…A propósito de Cicero, ele garante que o prefeito de Campina, Bruno Cunha Lima, anda mal informado e briga com João Pessoa por suposto privilégio na vacinação. “Se tivesse melhor assessoria veria que inexiste sua reclamação”.
ÚLTIMA
“O Olho que existe / é o que vê…”

