Trabalhadores param obras em escolas estaduais por falta de pagamento

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Os trabalhadores da construção, terceirizados pela empresa Andrade Galvão Engenharia, localizada no bairro da Torre, estão com as atividades paradas desde a última segunda-feira (05). O motivo é a falta de pagamento.

Segundo informações concedidas ao WSCOM, o salário é transferido pela Superintendência de Obras do Plano de Desenvolvimento do Estado Suplan-PB, para a empresa Andrade Galvão que repassa a remuneração pela Caixa Econômica para cada trabalhador.

São 29 escolas estaduais em reforma nos bairros de Mangabeira, Torre, Mandacaru, Treze de Maio, Bancários e nas cidades de Bayeux e Cabedelo. Cerca de 200 trabalhadores entre eletricistas, pedreiros, serventes e carpinteiros estão parados. O salário que é pago mensalmente, está atrasado há sete dias e sem previsão de pagamento.

De acordo com o chefe da Divisão de Construção e Conservação da Suplan, Edmilton Nunes da Silva, a responsabilidade sobre a falta de pagamento dos trabalhadores é da empresa. “Quando o Governo contrata a empresa quem paga o salário aos trabalhadores é a empresa. Caso isso não esteja acontecendo e as reformas ou obras estejam paradas, usaremos os tramites legais para averiguar. As empresas firmam contrato com o Governo para dar manutenção e recuperar essas escolas. Se os fiscais chegarem com a relação das escolas que não estão com as reformas acontecendo, tomaremos as medidas cabíveis”, afirmou.

Já, a secretária da Andrade Galvão, Márcia Lima, disse que procurássemos a Suplan, insinuando que a verba não foi repassada para a empresa. Ela disse ainda que a pessoa responsável pelos pagamentos está viajando, chega amanhã (8).

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