Autoridades da Malásia estão investigando o motivo de cinco passageiros terem feito check-in para o voo MH370 da Malasya Airlines que está desaparecido há três dias, mas não terem embarcado no aeroporto de Kuala Lumpur (Malásia) na última sexta-feira (7).
Segundo reportagem do jornal “Wall Street Journal”, que cita fontes oficiais, os cinco passageiros passaram pelos controles individuais, mas não se apresentaram ao portão de embarque.
As bagagens deles, que haviam sido embarcadas no avião, foram removidas antes da decolagem.
Hoje, após três dias sem notícias da aeronave que seguia para Pequim (China) e desapareceu após cerca de duas horas no ar, autoridades informaram que ampliaram a área de buscas pelo avião até o “mar chinês meridional”.
As buscas seguem pela costa ocidental da Malásia e também em terra.
Também foram divulgados os nomes de três passageiros que estavam no voo MH370: o americano Philip Wood, 50 anos, que era funcionário da IBM, e as duas crianças que estavam à bordo: Nicole Meng, 4 anos, e Yan Zhang, 2 anos.
Além deles, também foi divulgado que 20 engenheiros da empresa texana Freescale estavam no voo – 12 eram da Malásia e oito eram chineses.
No vôo MH370, haviam 227 passageiros e 12 membros da tripulação. (Agências internacionais)
