O presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, não será mais o chefe de delegação da seleção brasileira durante a disputa da Copa América Centenário.
Nesta terça-feira, a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) informou que o dirigente rubro-negro pediu dispensa e decidiu deixar o cargo ao qual havia sido apontado.
Bandeira será substituído por um dos vice-presidente da entidade, o Coronel Nunes, que chegou a assumir a presidência interina da CBF por alguns dias na ausência de Marco Polo Del Nero. Nunes embarcará em breve para os Estados Unidos.
Apesar do pedido de dispensa, Bandeira de Mello ainda ficará alguns dias fora do Brasil, onde o Flamengo vive crise institucional, para dar “prestígio e apoio ao selecionado nacional” nos EUA.
Ele estará, por exemplo, na estreia do Brasil na Copa América, contra o Equador, dia 4 de junho, segundo a entidade que comanda o futebol nacional.
Confira o comunicado da CBF:
Por razões ligadas à administração do Clube de Regatas do Flamengo e em face do longo período de ausência que se faria necessário, o presidente Eduardo Bandeira de Mello solicitou à Confederação Brasileira de Futebol sua dispensa da função de chefe de delegação da Seleção Brasileira durante a Copa América Centenário, entre os dias 3 e 26 de junho, nos Estados Unidos.
Ainda assim, como forma de prestígio e apoio ao selecionado nacional, Bandeira comparecerá a alguns jogos do torneio, incluindo a estreia, em 4 de junho, diante do Equador.
Em razão disso, o vice-presidente Antônio Carlos Nunes de Lima acumulará as funções de chefe de delegação do Brasil durante a competição.
Nesta terça-feira (24), o presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, comunicou à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) que não será chefe de delegação da Seleção Brasileira que disputará a Copa América Centenário, nos Estados Unidos. O presidente entende que, devido ao momento da equipe rubro-negra, é importante que permaneça próximo ao cotidiano e planejamento do clube.
“Quando aceitei o convite da CBF para chefiar a delegação da Seleção Brasileira nos Estados Unidos, o Flamengo vivia um momento bem menos conturbado do que o atual. Logo, em função da necessidade de reencontramos o caminho dos resultados positivos no futebol, seguirei próximo ao clube, assim como tenho feito desde que assumi a presidência em 2013. Em respeito à Seleção, comparecerei ao jogo de estreia na Copa América diante do Equador, no dia 4 de julho”, destacou.
