Os ativos totais do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) atingiram o montante recorde de R$ 1,058 trilhão no mês de junho, alcançando o maior patamar da história da instituição. O número consta no balanço financeiro do banco que será divulgado nesta quarta-feira (12), segundo informações antecipadas pelo jornal Folha de S.Paulo.
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Segundo os dados, o volume de ativos cresceu R$ 374 bilhões em três anos e meio, avanço de 55% em relação ao fim de 2022, quando somava R$ 684 bilhões.
A trajetória de expansão ocorreu de forma contínua. Os ativos passaram de R$ 841 bilhões em 2024 para R$ 962 bilhões no encerramento de 2025, alcançaram R$ 995 bilhões no primeiro trimestre de 2026 e ultrapassaram a marca de R$ 1 trilhão em junho.
A carteira de crédito expandida também avançou. O saldo chegou a R$ 678,2 bilhões, crescimento de 14% sobre 2025 e o maior nível desde 2016.
O balanço mostra ainda rentabilidade e inadimplência reduzida. No acumulado de 12 meses encerrado em março, o lucro recorrente foi de R$ 15,6 bilhões. A inadimplência acima de 90 dias ficou em 0,046% em março, contra média de 4,33% no Sistema Financeiro Nacional.
O BNDES tem ampliado sua atuação em infraestrutura e no financiamento à produção de biocombustíveis. Entre os projetos citados pela instituição estão a modernização da Nova Dutra e a expansão de 11 aeroportos, incluindo Congonhas.
“O BNDES alcançou o tamanho necessário para promover o desenvolvimento econômico que o Brasil precisa, com ampliação de crédito para as empresas e negócios de todos os portes, além da realização das mais importantes obras de infraestrutura, como a modernização da Nova Dutra, a expansão de 11 aeroportos, entre eles o de Congonhas, e a produção de biocombustíveis, por exemplo”, afirmou o presidente da instituição, Aloizio Mercadante.
Crédito: Brasil 247

