Sob ameaça de greve, Correios suspendem fechamento de agências pelo país

Para evitar greve, os Correios adiaram o fechamento de agências. Meta prevê extinguir 1.000 unidades, poupar R$ 2,1 bilhões e lançar PDV para 7 mil.
Foto: Emerson Nogueira/Futura Press/Estadão Conteúdo

Em meio a ameaças de greve dos trabalhadores, os Correios optaram por adiar o fechamento de agências. A medida integra o plano de reestruturação da estatal, conduzido desde o ano passado, que engloba também um empréstimo com um grupo de cinco bancos totalizando um montante de R$ 12 bilhões.

Siga o canal do WSCOM no Whatsapp.

A empresa afirmou que a suspensão é temporária com o objetivo de aumentar o diálogo com os trabalhadores da estatal. Já a venda de imóveis, que também faz parte do plano, foi mantida.

Divergências internas

A possibilidade de greve foi sinalizada por sindicatos de trabalhadores em detrimento de insatisfações relacionadas à reestruturação da companhia. A direção dos Correios apresentou uma proposta de negociação aos sindicatos.

As discussões giram em torno do fechamento estratégico de agências – uma meta de 1.000 unidades que visa poupar R$ 2,1 bilhões, mas que até o momento desativou apenas 256 postos. Para minimizar os impactos e cortar custos, a empresa prepara um novo Programa de Demissão Voluntária (PDV) voltado a cerca de 7 mil trabalhadores das unidades extintas.

Mais Posts

Tem certeza de que deseja desbloquear esta publicação?
Desbloquear esquerda : 0
Tem certeza de que deseja cancelar a assinatura?
Controle sua privacidade
Nosso site utiliza cookies para melhorar a navegação. Política de PrivacidadeTermos de Uso