O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, informou na terça-feira (14) que o projeto de lei que prevê a criminalização da misoginia não será colocado em votação na última semana de atividades legislativas antes do recesso parlamentar, que ocorrerá entre os dias 18 e 31 de julho.
O anúncio foi feito durante sessão do plenário, após um questionamento da deputada federal Júlia Zanatta (PL-SC), que manifestou posicionamento contrário à proposta.
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Enquanto isso, também na terça-feira, parlamentares de partidos de esquerda promoveram um ato no Salão Verde da Câmara em defesa da aprovação do projeto. A mobilização contou com a participação da deputada Tabata Amaral, relatora da matéria.
Após o evento, Tabata Amaral se reuniu no Palácio do Planalto para tratar do andamento da proposta.
As deputadas que apoiam o projeto argumentam que a iniciativa busca enfrentar a violência política de gênero e combater manifestações de ódio dirigidas às mulheres. Segundo as parlamentares, o texto conta com apoio de diferentes partidos no Congresso Nacional.

