Quem vive do mercado processando valores de produção qualificada, veiculação e efeitos midiáticos na cena social, talvez não dimensione com clareza o nível de uberização adotado na mídia oficial de uma forma geral e em particular no mercado da Paraíba a partir de João Pessoa.
Há queixas e mais queixas de atrasos continuados na quitação das campanhas apresentadas pelos organismos responsáveis por parte da mídia gerando consequências inaceitáveis como desdobramento no mercado.
O fato é que ultimamente de forma estratégica e por interesse politico focado no mercado expandindo para o Interior, setores da Mídia Oficial a partir da Capital manipularam e impuseram redução brusca nos valores praticados no mercado uberizando — com silêncio das entidades de classe — novo modelo asfixiador. Isto assim, mesmo levando em conta o fator audiência indispensável na exposição mercadológica.
O fato é que as mídias tradicionais — TV e rádios sobretudo — se articularam e criaram a MIDIACOM buscando defender os espaços de mercado, enquanto o segmento mais envolvido com o digital, no caso a AMIDI — da qual faço parte como vice-presidente — tem sido atropelada pela avalanche ascendente de endereços na WEB afetando CNPJ estruturados, inclusive com profissionais formados.
O fato é que se faz fundamental rediscutir com as instâncias devidas formas de novos parâmetros no mercado a segurar essa onda de uberização a qualquer preço. O mercado precisa reagir.
Pesquisa de mercado
Tempos atrás o presidente da AMIDI, Heron Cid e Alek Maracajá conosco, estivemos buscando o superintendente do SEBRAE, Luiz Alberto, para patrocinar pesquisa mercadológica em todo estado porque o segmento de mídia digital é visível em todo estado. Precisa acelerar.
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“Tô vendo tudo / tô vendo tudo / mas bico calado / faz de conta que sou mudo”