O deputado federal Luiz Couto (PT-PB) cobrou, neste domingo (13), uma apuração sobre uma suposta ação policial ocorrida durante a concentração de uma carreata em apoio à candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no município de Prata, no Cariri paraibano. Segundo o parlamentar, relatos registrados em Boletim de Ocorrência apontam que policiais militares teriam efetuado disparos de arma de fogo em meio aos participantes da atividade, além de proferirem ameaças e ofensas.
De acordo com o relato apresentado pelo deputado, um dos participantes também teria tido o aparelho celular tomado e retido pelos policiais, sendo devolvido aproximadamente duas horas depois.
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Luiz Couto afirmou que, apesar de não haver registro de pessoas feridas, considera os fatos relatados graves e defendeu a investigação da conduta dos agentes envolvidos.
Deputado pede investigação ao Governo do Estado
Em manifestação pública, o parlamentar solicitou ao Governo da Paraíba e ao Comando Geral da Polícia Militar a apuração rigorosa do episódio.
Entre as medidas defendidas por Couto estão a identificação dos agentes envolvidos, a preservação de eventuais imagens e demais provas e a adoção das providências consideradas cabíveis pelas autoridades responsáveis pela investigação.
O deputado também manifestou solidariedade aos moradores de Prata e aos militantes do PT que participavam da atividade política.
Luiz Couto fala em direito à manifestação
Na manifestação, Luiz Couto afirmou que a atuação das forças de segurança deve respeitar a vida, a integridade física, a cidadania e o direito de manifestação política.
O parlamentar classificou como inadmissíveis eventuais práticas de violência, abuso de autoridade ou intimidação contra pessoas envolvidas em atividades políticas.
“Nenhuma autoridade está acima da lei, e o uso da força policial jamais pode servir como instrumento de intimidação política”, afirmou Luiz Couto.
Até o momento, o conteúdo apresentado pelo deputado se baseia nos relatos registrados no Boletim de Ocorrência. A apuração dos fatos e a eventual responsabilização dos agentes dependem da investigação pelas autoridades competentes.
