A substituição do funcionalismo público por inteligência artificial voltou a ser centro de discussões na internet após um vídeo da coordenadora econômica de Flávio Bolsonaro (PL), Daniella Marques, repercutir nas redes sociais nesta quinta-feira (21). Durante um evento em agosto deste ano, Marques questionou o alto custo dos servidores para as contas do governo.
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Em sua fala, a economista ressalta que, caso o candidato do PL seja eleito, o seu governo deve diminuir o quadro de 12 milhões de funcionários públicos que custam R$ 450 bilhões aos pagadores de impostos através de uma reforma administrativa digital.
“Quantas carreiras poderão ser substituídas? Operacionais e administrativas. A proposta é enxugar um contingente de 12 milhões de servidores que custam 450 bilhões de reais por ano aos pagadores de impostos”, declarou.
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Marques ainda afirmou que outros R$ 150 bilhões em gastos podem ser diminuídos através do uso de tecnologia e funcionários terceirizados. Segundo a coordenadora da equipe econômica de Flávio, “essa estrutura nababesca não funciona para o cidadão”.
