O custo médio da construção civil por metro quadrado na Paraíba subiu 0,15% em julho de 2026, registrando a menor variação do país, ao lado do Rio de Janeiro, segundo dados do Índice Nacional da Construção Civil (SINAPI), divulgados nesta terça-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
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A alta na Paraíba ficou significativamente abaixo da média nacional (0,44%) e da média nordestina (0,33%).
No acumulado de janeiro a julho deste ano, frente à variação percentual observada no mesmo período de 2025, o custo médio da construção civil, na Paraíba, teve alta de 3,92%, o 7º menor entre todas as unidades da federação. O indicador foi menor que os verificados nas médias do Brasil (4,94%) e do Nordeste (6,32%). Os menores avanços foram verificados em Roraima (2,51%), Minas Gerais (2,7%) e Amazonas (2,95%), enquanto os maiores ocorreram em Goiás (8,30%), Acre (8,17%) e Bahia (7,53%).
Com essa variação positiva, o custo médio por metro quadrado, no estado, passou de R$ 1.914,28, em junho, para R$ 1.917,12, em julho, sendo o segundo maior valor do Nordeste, abaixo apenas do verificado no Maranhão (R$ 1.963,74). O custo médio da construção civil paraibano manteve-se acima da média nordestina (R$ 1.867,84), embora abaixo da média brasileira (R$ 1.985,10).
O aumento do custo médio por metro quadrado, na Paraíba, foi causado pela pequena elevação no valor da parcela referente aos materiais que, de junho para julho deste ano, aumentou 0,26%, passando de R$ 1.095,11 para R$ 1.097,95, respectivamente. Já o custo do componente mão de obra não sofreu alteração em relação ao mês anterior, mantendo-se constante nos últimos 5 meses, no valor de R$ 819,17.
No acumulado de 12 meses, a Paraíba apresentou uma variação de 9,41% no custo médio por metro quadrado da construção, a quarta maior entre todas as unidades da federação, ficando acima da média nacional (7,4%) e da regional (8,16%). Entre os estados, Mato Grosso (10,21%), Acre (9,83%) e Goiás (9,59%) apresentaram as maiores elevações, enquanto Espírito Santo (6,02%), Amazonas (5,86%) e Roraima (5,10%) registraram os menores aumentos no indicador.
