Golpes do site falso, WhatsApp e redes sociais lideram contestações no Santander em 2026; veja como se previnir

Os golpes de engenharia social, impulsionados por abordagens cada vez mais personalizadas e sofisticadas, lideraram as reclamações e contestações de clientes no sistema bancário ao longo do primeiro semestre de 2026. Um levantamento divulgado pelo banco Santander aponta que as fraudes envolvendo sites falsos, abordagens pelo WhatsApp e invasões de perfis em redes sociais foram as três modalidades mais notificadas por correntistas no período. As estratégias dos criminosos incluem a clonagem de páginas oficiais de instituições e a simulação de contatos de gerentes para induzir a realização de transações financeiras.

Siga o canal do WSCOM no Whatsapp.

Para conter o avanço das perdas, a instituição financeira tem apostado no disparo de alertas em tempo real no momento exato em que o cliente executa movimentações atípicas em seus aplicativos. Segundo o executivo de cibersegurança (CISO) do Santander, Leandro Granja, a intenção é quebrar o apelo emocional que o golpista exerce sobre a vítima durante a abordagem.

“Por isso, o Santander passou a atuar também no momento exato da decisão do cliente, com alertas preventivos durante transações sensíveis e mecanismos adicionais de confirmação de compras e pagamentos. É uma forma de tirar o cliente dessa hipnose e não cair no golpe”, explica o executivo Leandro Granja.

Ranking das fraudes e mecanismos de prevenção

A pesquisa aponta ainda que a “falsa central de atendimento” evoluiu para táticas mais elaboradas, nas quais criminosos simulam procedimentos corporativos de segurança, a exemplo de provas de vida, validações do ID Santander e desbloqueio de acessos pelo aplicativo de mensagens.

A lista dos cinco golpes com maior número de contestações registradas pelo banco no primeiro semestre inclui:

  • 1º lugar: Site Falso

  • 2º lugar: WhatsApp

  • 3º lugar: Redes Sociais

  • 4º lugar: Falso Investimento

  • 5º lugar: Falsa Central de Atendimento

Para combater esses crimes, a instituição informou que utiliza modelos de machine learning, biometria facial comportamental e monitoramento contínuo de dados. Paralelamente, especialistas orientam os usuários a adotarem condutas preventivas, como verificar rigorosamente as URLs de sites de compra, ativar a verificação em duas etapas em aplicativos de mensagens, desconfiar de promessas de ganhos expressivos e lembrar que instituições financeiras jamais solicitam transferências de valores ou senhas para o cancelamento de operações suspeitas.

Mais Posts

Tem certeza de que deseja desbloquear esta publicação?
Desbloquear esquerda : 0
Tem certeza de que deseja cancelar a assinatura?
Controle sua privacidade
Nosso site utiliza cookies para melhorar a navegação. Política de PrivacidadeTermos de Uso