Em João Pessoa, Guilhere Boulos defende fim da escala 6 x 1 e diz que ‘não há razão’ para compensação a empresários

Guilherme Boulos em João Pessoa pelo WSCOM
Guilherme Boulos em João Pessoa. Imagem: WSCOM

O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, destacou, durante agenda em João Pessoa nesta quinta-feira (23), a ampliação de políticas sociais voltadas à população de baixa renda na gestão petista e reforçou a defesa do fim da jornada de trabalho no modelo 6×1, que avançou nessa quinta-feira na Câmara Federal. A fala ocorreu durante participação na Feira da Cidadania realizada no bairro de Mangabeira.

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Ao comentar ações do governo federal, Boulos citou o programa Reforma Casa Brasil como uma das iniciativas em curso para atender famílias que já possuem moradia, mas precisam de melhorias estruturais.

“O Lula criou o programa Reforma Casa Brasil no ano passado para poder ajudar as pessoas a melhorarem suas casas”, afirmou. Segundo ele, o programa oferece crédito de até R$ 30 mil, com juros reduzidos, para intervenções como troca de piso, construção de cômodos ou melhorias básicas.

O ministro ressaltou ainda a expectativa de adesão ao programa na capital paraibana. “Tá uma fila enorme. A gente espera que hoje saiam centenas de contratos do Reforma Casa Brasil aqui em João Pessoa”, disse, ao mencionar a presença da estrutura da Caixa Econômica Federal no evento.

Fim da escala 6 x 1

Outro ponto levantado foi a defesa da mudança na jornada de trabalho no país. Para Boulos, o fim da escala 6×1 reflete uma demanda social crescente. “O fim da escala 6 por 1 é uma pauta da sociedade brasileira”, declarou.

Ele relacionou o modelo atual a problemas de saúde física e mental enfrentados pelos trabalhadores, como exaustão, ansiedade e falta de tempo para a família. Ao abordar o impacto da proposta, o ministro rejeitou a necessidade de compensações ao setor empresarial.

“Não há razão para você ter uma compensação para grandes empresários no país”, afirmou. Ele também citou estudos que, segundo ele, indicam que mudanças na jornada não geram prejuízos econômicos relevantes. “O Brasil tá crescendo. Só que o Brasil não pode crescer deixando o povo trabalhador para trás”, completou.

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