Quem é de dentro do núcleo mais próximo do prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima, sabe de cor e salteado que a maior força política em torno dele atende pelo nome de Annelise Cunha Lima, sua mãe, e não do ex-governador Cássio Cunha Lima, como era de se supor.
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Ela conduz consigo o fato de ser Nora do ex-senador Ivandro Cunha Lima e assim no silêncio permanente se mantém sempre muito influente junto ao alcaide. Por essas e outras criou-se o conceito de que Bruno age numa vibe diferente dos Cunha Lima raiz desde sua inserção na política.
JEITO E DESAFIO
Com sua natureza própria diferenciada, Bruno não segue à risca a influência de seu tio Cássio e insiste em criar projeto solo a gerar preocupações na outra banda Cunha Lima.
Por exemplo: se ele indica a esposa e psicóloga Juliana Figueiredo Cunha Lima,
Primeira-dama do município, recentemente filiada ao PL como vice de Efraim Filho, publicamente e na prática, ele anuncia o rompimento com a família sob influência do ex-senador, que já tem seu filho Diogo Cunha Lima como vice de Cícero Lucena.
PERDAS E GANHO
A hipótese de lançar sua esposa como vice de Efraim pode lhe trazer sensação de ganhos políticos localizados, mas o rompimento com a banda Cunha Lima representada por Cássio e Pedro – segmento mais histórico, significa definitivamente perder o elo e significado proximo ao saldo político de Ronaldo Cunha Lima e isso lhe deixa menor, sem dúvidas.
Em síntese, Bruno está correndo riscos dependendo de sua posição na sucessão de 2026, isto sem nem envolver a repercussão de sua gestão atual.
ROÍDOS
Nesta quinta-feira, por exemplo, as manifestações das entidades e servidores da PMCG em pleno Maior São João do Mundo bem representou a síntese dos problemas que enfrenta e enfrentará até a eleição.
É bronca braba.
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“O olho que existe/ é o que vê”

