Com foco nas Eleições Suplementares de Cabedelo, a Justiça Eleitoral da Paraíba instituiu um Comitê Gestor de Segurança nesta terça-feira (3). A criação do grupo ocorreu após uma reunião de alinhamento com representantes das polícias Civil, Militar, Federal e Rodoviária Federal, além da Polícia Judiciária, para definir estratégias de atuação conjunta.
A reunião, que ocorreu na Sala de Treinamento do 4º andar, na sede do Tribunal, foi conduzida pela juíza titular da 57ª Zona Eleitoral, Thana Michelle Carneiro Rodrigues, e pelo promotor eleitoral do Ministério Público da Paraíba (MPPB), Ronaldo Guerra.
Como em todas as eleições, uma das principais preocupações da Justiça Eleitoral é garantir a segurança e a tranquilidade do pleito. Nesse contexto, a Justiça Eleitoral criou um Comitê Gestor de Segurança, conforme explica a juíza titular da 57ª Zona Eleitoral, Thana Michelle. “As polícias e seus setores de inteligência acompanharão o desenrolar do processo eleitoral em Cabedelo por meio desse planejamento. Por sermos a única eleição acontecendo no Estado, poderemos contar com um maior efetivo das forças de segurança estaduais e federais”, declarou.
Segundo a tenente da Polícia Militar, Viviane Vieira, a reunião representou um pontapé inicial para a elaboração de um planejamento seguro das Eleições Suplementares de Cabedelo. “É preciso garantir a segurança e a imparcialidade nas eleições, tanto para os candidatos quanto para os eleitores. Por isso, estamos unindo forças, cada um no âmbito de sua competência, para que não ocorram intercorrências”, afirmou.
A propaganda eleitoral terá início no dia 25 de fevereiro, seguindo as mesmas regras aplicáveis às eleições regulares. Estão permitidas, por exemplo, a distribuição de material gráfico e outras formas de propaganda autorizadas pela legislação eleitoral. Por outro lado, são vedados showmícios, outdoors e outras práticas proibidas pela legislação.
Diante desse cenário, a juíza Thana Michelle enfatizou a importância da atuação integrada das forças de segurança, cada uma dentro do seu âmbito de competência. “Essa ação conjunta contribuirá para a fiscalização, prevenindo atos ilícitos e assegurando o cumprimento da legislação eleitoral”, frisou.