Após ficar de fora da chapa do PL, Novo critica falta de ‘união’ na direita e diz que não criou obstáculos para composição

Novo critica união direita
Pedro Régis, presidente do Novo na Paraíba, e Romeu Zema.

O presidente estadual do Partido Novo na Paraíba, Pedro Régis, divulgou nesta terça-feira (4) uma nota em que comenta que o partido busco articular uma ‘chapa unificada’ da direita nas eleições de 2026 e nega ter imposto condições para integrar a composição liderada pelo PL. O partido indicou o Major Fábio ao Senado, mas acabou de fora da chapa de Efraim Filho, candidato ao Governo da Paraíba, e Marcelo Queiroga, lançado ao Senado Federal,

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No texto, o dirigente diz que o partido manteve postura de diálogo nas negociações e colocou à disposição o nome de Zé Carneiro para a vaga de vice-governador, além de defender a pré-candidatura de Major Fábio ao Senado.

“O Partido NOVO jamais se recusou a construir essa composição”, afirma a nota.

Pedro também rebate o que classifica como uma narrativa de que o partido teria criado obstáculos relacionados à estrutura eleitoral ou ao tempo de propaganda.

“O NOVO, que carrega em seu DNA o respeito ao uso dos recursos públicos e que nunca precisou de tempo excessivo de televisão para eleger seus quadros, jamais se encantou com a estrutura advinda de uma eventual coligação e nunca exigiu tempo de exposição. A criação desses obstáculos no discurso público é uma engenharia desconcertante”, diz o documento.

O presidente estadual ressalta que o Novo tem histórico de alianças com partidos da direita em disputas anteriores na Paraíba. Entre os exemplos citados estão a participação do partido na chapa de Marcelo Queiroga, em João Pessoa, com o pastor Sérgio Queiroz como candidato a vice-prefeito, além de apoios em Cabedelo, Bayeux e Campina Grande.

Régis defendeu ainda a unidade do campo conservador e afirma que o desempenho da direita nas eleições dependerá da capacidade de construir alianças.

“A direita na Paraíba provará a vitória quando soubermos construir união”, afirma o presidente estadual do Novo.

Segundo ele, o partido continuará defendendo “uma direita baseada em princípios, coerência e lealdade”, valores que considera essenciais para oferecer ao eleitorado uma alternativa política no estado.

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