Simone Tebet assume o Ministério do Planejamento nesta quinta-feira

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A nova ministra do Planejamento, Simone Tebet (MDB-MS), assume sua respectiva pasta nesta quinta-feira (5), em Brasília. Tebet já assinou o termo de posse no domingo (1º), junto com os demais ministros do governo Lula, e agora terá a cerimônia de transmissão de cargo.

O evento de hoje deve contar com a presença de diversos ministros, entre eles, o da Fazenda, Fernando Haddad.

Terceira colocada na eleição presidencial, Simone Tebet declarou apoio a Lula no segundo turno da disputa, um dos movimentos que ajudou o petista a derrotar Jair Bolsonaro (PL).

Indicação ao Planejamento

Uma longa negociação precedeu a indicação de Tebet ao Ministério do Planejamento. Inicialmente, Tebet chegou a ser cogitada para o ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome, uma área com a qual a senadora dizia ter “afinidade”. A pasta, no entanto, ficou com o senador eleito Wellington Dias (PT-PI).

Lula, então, teve o desafio de encontrar um espaço na Esplanada para a aliada. A solução encontrada, após conversas entre a senadora e a equipe de transição, foi o Ministério do Planejamento.

Devem ficar também sob a alçada do Planejamento o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e o Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea).

Perfil

Nascida em Três Lagoas (MS), Simone Tebet é filha de Ramez Tebet, ex-governador, ex-senador sul-mato-grossense e ex-ministro da Integração Nacional.

Mestre em Direito do Estado, Tebet é professora universitária e desde a década de 1990 é filiada ao MDB.

A nova ministra foi deputada estadual no Mato Grosso do Sul e se tornou em 2004 a primeira mulher a ser eleita prefeita de Três Lagoas. Quatro anos depois, foi reeleita para o cargo.

Em 2011, Tebet assumiu o cargo de vice-governadora do Mato Grosso do Sul, na chapa encabeçada por André Puccinelli. Durante parte do mandato, foi secretária estadual de Governo.

Em 2014, Tebet se elegeu senadora pelo Mato Grosso do Sul. Na Casa, teve destaque ao compor, em 2016, a comissão especial do Senado do impeachment da então presidente Dilma Rousseff (PT).

Ela votou a favor do afastamento da presidente sob o argumento de que ela havia cometido crime de responsabilidade.

Em 2019, Tebet foi a primeira mulher a ocupar a presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.

Dois anos depois, representou a bancada feminina na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid no Senado.

Em 2022, na tentativa de se criar uma terceira via na corrida presidencial, Tebet concorreu pelo MDB. Recebeu 4,9 milhões de votos (4,16%) e ficou em terceiro lugar na disputa.

 

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