Defesa do fim do Congresso Nacional e ataques ao Supremo são o atraso da antipolítica; nada, contudo, supera o Estado Democrático

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Em balanço sobre as manifestações antidemocráticas realizadas neste 7 de Setembro, atacando as instituições, ou seja, defendendo intervenção no STF e Congresso Nacional há registro de mobilizações bolsonaristas em tamanho expressivo, sobretudo, nas principais capitais, mas em quantidade menor do que a mobilização gerou de expectativa ao longo das últimas semanas.

Toda a pauta puxada pelos bolsonaristas se traduz na prática na conceituação da defesa da antipolítica em troca da implantação do autoritarismo, cujo contexto geral representa volta ao passado de retrocessos, que o Brasil felizmente tem maioria na defesa da Democracia.

No decorrer do domingo, o presidente Jair Bolsonaro chegou a revelar que estaria convocando o Conselho da República prospectando até a presença do presidente do STF, Luiz Fux, só que nenhum dos demais Poderes confirmou convite sabendo-se que tudo acontece depois de ataques de Bolsonaro a Fux, algo inaceitável na conjuntura.

O fato é que, ao final dos protestos, a vida institucional continua com reações que tendem a piorar a relação entre o Executivo e os demais Poderes podendo gerar desdobramentos graves contra o presidente.

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