Como a crise insuperável do governador João Azevêdo com Ricardo Coutinho vai afetar a presença de Lula na Paraíba com partidos divididos

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A dinâmica da política, como já profetizava o imortal Manoel Gaudêncio, acaba de se instalar na cena paraibana diante de interlocutores querendo juntar o “injuntável”. Como na política não existe espaço vazio, isso já provocou ruídos e movimentos adversos.

A novidade depois que o presidente do PT, Jackson Macedo, defendeu a possibilidade de palanque múltiplo envolvendo o governador Azevêdo, o senador Veneziano Vital, o ex-governador Ricardo Coutinho e o ex-prefeito Luciano Cartaxo foi de pronunciamentos conflitantes a transformar o processo conturbado.

Primeiro, o governador voltou a dizer que aguardará o partido nem assumindo Lula nem descartando e da parte do ex-governador foi propor através do ventríloquo Luiz Couto que quer uma chapa Luciano Cartaxo com Couto no Senado. É evidente que o principal personagem do processo, o eleitor, não está sendo consultado.

O fato é que o palanque múltiplo da Frente de Esquerda na Paraíba vai enfrentar muitos problemas de relacionamento entre caciques inflamados.

A dados de hoje, podemos antecipar, é impossível a reconciliação do atual e o ex. Grande pedra para Lula tratar e resolver.

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