O timing da Paraíba de avançar em negócios com EUA a partir de sua base fiscal e projetos de infraestrutura abrigando investimentos gera nova fase

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Em tempo de pandemia, garantir a base fiscal sob controle do Estado mantendo os serviços básicos em ordem e ainda estar em condições de consolidar obras e projetos estruturantes é síntese de um momento na vida estadual que revela o nível do trabalho e propostas em curso pelo governador João Azevêdo, que agora expandem-se na relação diplomática com os Estados Unidos ofertando à Paraíba outro patamar de resultados.

Sem tirar nem pôr esta foi a síntese da assinatura nesta quinta-feira (13) de Memorando seguida de entrevista pelo governador João Azevêdo e o Embaixador dos EUA no Brasil, Todd Chapmann, abrindo espaços efetivamente para o Estado atrair mais investimentos americanos, a partir do desejo do chefe do executivo de produzir um “road show” nos EUA visando sensibilizar investidores para o Polo de Turismo Cabo Branco e outros projetos.

O Embaixador americano reconheceu em sua fala o nível de qualidade de gestão do governo paraibano.

BELA APRESENTAÇÃO – Não foi só o Embaixador quem manifestou interesse pessoal de estar mais na Paraíba, em particular de João Pessoa desde que a conheceu em setembro passado, mas na solenidade desta 5a feira, o vídeo bilíngue apresentado pelo governo paraibano elevou o status do conjunto de obras e ações do Estado com dimensão muito bem posta para encantar investidores.

O fato é que, mesmo em tempo de muita crise a Paraíba se insere com nível de investimentos somente possível quando se tem gestão de resultados nos vários níveis.

SEGURO E ABERTO

João Azevêdo deixou evidente que a educação é com o novo Memorando assinado a porta aberta para expandir a política de investimentos em língua, agora no inglês, da mesma forma que as matrizes de negócios como a Energia Eólica e Solar, as novas rodovias em curso, mais ação nos recursos hídricos e o turismo despontando se traduzem em oportunidade singular – volto a dizer em fase de crise.

Trocando em miúdos, a diplomacia com os americanos passa a ser fator de inclusão de desenvolvimento regional.

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