Enquanto o Brasil adia a imperiosa necessidade do auxilio emergência, nos EUA consolida-se U$ 1,7 trilhão para resolver a fome e manter empresas

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A realidade política adotada pelo Governo Bolsonaro para adiar a adoção da prorrogação do auxilio emergencial no País diante do agravamento da pandemia da Covid-19, ainda sob argumento do Teto orçamentário, só tende a agravar as projeções de caos irresponsável porquanto há tempo o governo é advertido e pouco age como a instigar crise social para adotar o uso da força.

A não renovação afeta em cheio a população do Nordeste brasileiro pela vulnerabilidade social da maior parte da população em seus 9 estados.

Para ter uma ideia mais exata do quanto o Governo Bolsonaro age construindo cenários de caos social diante do total despreparo de sua equipe, tomemos como referência o cenário adotado pelos Estados Unidos nos últimos dias de janeiro com a injeção de U$ 1,7 trilhão, sem contar os outros U$ 2 trilhões do ano passado para resolver a sobrevivência das pessoas e das empresas.

Lembremos: U$ 2 trilhões correspondem a aproximadamente R$ 11 trilhões em moeda brasileira, sem observar-se absolutamente a Politica de Teto orçamentário porque vidas importam muito mais do que medidas fiscais a afetar os mais fracos da sociedade.

Em síntese, a classe política com seu papel representativo precisa construir com firmeza e responsabilidade a renovação do auxilio emergencial para a população e as empresas antes de convivermos com o caos social e o emprego da força.

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