Quando a lucidez supera a tendência torpe de setores da Justiça de interferir na Democracia
Havia, e há, um clima de pânico nas universidades públicas depois de ação articulada de setores da Justiça Eleitoral, Policial Federal e estaduais para invadir e intimidar fortemente o ambiente universitário brasileiro – o melhor retrato da diversidade politica do País.
Felizmente, e até inesperadamente, a ministra Carmem Lúcia decide botar ordem na casa e mandar proibir qualquer intromissão nas nossas universidades.
Caetano Veloso bem interpretou lá atrás”: ” É proibido proibir”.
A NOVA ONDA MORIANA EM VOGA
Não entro no mérito de tantas questões jurídicas, mas a nova cultura/postura do juiz Sérgio Moro se fez expandir. São dignos juizes que se arvoram na condição de fazer tudo, inclusive punir sem provas – ou através de PowerPoint ou Lawfare.
Isto chama-se retrocesso incomum no Direito.
AS UNIVERSIDADES
Foco de um pretenso Governo militar de Bolsonaro, as universidades e a educação são foco de grandes negócios ameaçando muitas conquistas que o ensino privado jamais fará.
As normas espalhadas pelas diversas instituições significaram a ação nefasta e maluca da Nova ordem querendo acabar com o ensino público.
Para caracterizar essa realidade, eis que nacionalmente uma turma aliada de Bolsonaro conseguiu espalhar o terror e abrigar cenas inconstitucionais, como exposto pela ministra.
PARA CONCLUIR
A presidente do STF considerou que “o subjetivismo é incompatível com a objetividade e neutralidade que devem permear a função judicante, além de neles haver demonstração de erro de interpretação de lei, a conduzir a contrariedade ao direito de um Estado democrático”.
SINTESE
“CADA macaco/ no seu GALHO”
