O Blog de Walter Santos traz nova abordagem sobre as eleições na Associação Paraibana de Imprensa com exposição clara sobre a realidade na sucessão da API.
A PROPÓSITO DA API E OS EX-PRESIDENTES
Soube que Marcos Weric andou indagando porque não voto em João Pinto e questiona sobre lealdade e gratidão. Para não ficar sem resposta e vingar a injusta (mas aceitável) e improcedente observação, devo dizer que nunca ataquei a honra do presidente nem de ninguém. Ah! Se eu fizesse oposição!
Aprendi a respeitar logo cedo as pessoas; lições de gratidão que faltam aos novos filósofos de plantão.
Quanto ao meu singelo voto, não o faço mais a João Pinto como fiz em 9 anos porque é demais fazer da API um trampolim longe de compromissos coletivos.
Além do mais não é ético rasgar o Estatuto para ampliar votos a qualquer custo para vencer uma disputa sem isonomia.
João Pinto tem o legítimo direito de querer se perpetuar na API, mas participo do conceito e posição de Gonzaga Rodrigues, Rubens Nobrega, Marcela Sitônio, Nonato Guedes e Agnaldo Almeida – todos ex-presidentes, de que a perpetuação de João Pinto é ruim para o processo institucional da API.
9 anos de mandato fizeram a API se acomodar perdendo o protagonismo na classe e na sociedade. Perdeu sua maior postura representativa.
Quanto à jornalista Sandra Moura, do batente e recentemente professora universitária com Doutorado em Comunicação, está mais preparada para esta nova fase, que será decidida pelo voto soberano dos associados, mas com regras limpas.
SOBRE O PROCESSO
Infelizmente, em face de desmandos comprovados para desequilibrar o processo eleitoral, foi necessário recorrer à Justiça porque uma entidade do perfil da API não poder dar mau exemplo e incorrer nos vicios da politica ultrapassada e ferir a Ética.
Como provam os Autos – e comprovam – o presidente mentiu na Justiça ao dizer que nunca existiu assembléia e reunião da Comissão de Sindicância, mas reportagem do WSCOM traz fac simile da Ata provando o contrário.
Em sintese, o presidente não atendeu às exigências da Justiça porque comprovadamente cometeu irreguralidades na condução do processo eleitoral.
Esta é a sintese, somente e só. Por isso defendemos a retomada da vanguarda. Com todo respeito à quem pensa diferente.
ÚLTIMA
“Luiz/ respeita Januário…”
