Dois assuntos institucionais relevantes pululam nos bastidores a partir de Brasília, que são a fala do candidato Flávio Bolsonaro de mexer na Constituição e “redemocratizar” o País e a carta dele ao poderoso Marco Rubio de oferecer “iniciativa generosa para inserir time dos EUA na transição de governo, caso ele seja eleito”.
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No primeiro caso, ele não consegue explicar direito o que significa redemocratizar porque ele acha que a democracia em curso não anda bem, mas ele não consegue abordar e convencer dessa iniciativa superpreocupante.
Grave
Na GloboNews, Natuza Nery comentou recentemente carta de Flávio a Marco Rubio oferecendo presença de comissão dos EUA na transição do Brasil.
A abordagem repercutiu fortemente nos bastidores da política nacional a partir de Brasília, com a participação da jornalista Natuza Nery, na GloboNews, comentando com Gerson Camarotti a inserção em carta do candidato Flávio Bolsonaro ao secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, oferecendo espaços na fase de transição no governo brasileiro, caso ele seja eleito em outubro.
“Nós recebemos e tomamos ciência da sua generosa oferta de colocar um time de transição de governo à disposição do governo dos Estados Unidos”, diz Marco Rubio, segundo Natuza Nery.
Rubio ainda comenta no sexto parágrafo da carta de Flávio: “Nós notamos seu otimismo em relação às eleições de outubro e sua generosa oferta de colocar à disposição do nosso governo a participação de um time de transição, caso seja eleito”.
Gerson Camarotti comenta reafirmando a decisão de Flávio Bolsonaro de aceitar interferência americana no destino do Brasil.
Soberania
Estes temas encaminhados pelo candidato merecem tratamento e reação pela gravidade que tudo isso representa para o futuro do Brasil, que não precisa absolutamente de nenhuma dessas propostas absurdas ao destino do País.
A rigor, é o conjunto do que o candidato Flávio Bolsonaro propõe de desmonte geral das políticas inclusivas e ameaças à soberania com a entrega da Amazônia e nosso acervo dos minérios raros, entre inúmeros fatores, a merecer a opção Lula.
Objetivamente, somente a reeleição de Lula pode significar a curto prazo a garantia de que o Brasil se manterá soberano e sem riscos de retrocessos institucionais.
Nossas futuras gerações precisam e exigem escolha melhor para o País. Chega de retrocessos.
Última
“O olho que existe / é o que vê”
