A privatização das Universidades,as grosserias matando Reitores e medo de ser Gestor

Há em curso, desde a Grande Trama implantada a partir de 2014 quando Aécio Neves resistiu à derrota nas Urnas para Dilma Rousseff, um Mega plano de privatizar tudo no Pais. Entre os segmentos, está o das Universidades Federais do Brasil. Não é ficção, pois já estão protocoladas na Câmara Federal duas PECs – Projeto de Emenda Constitucional – propondo exatamente isto. Para piorar, em meio a tudo perdura o temor, medo e até desespero em setores da Gestão Universitária de se assumir postos de Comando pelos exageros dos órgãos fiscalizadores.

A privatização é uma meta antiga do Modelo Neo Liberal sob argumento do Estado Minimo e faz parte do futuro ataque ao direito constitucional em vigência de oferecer Ensino Gratuito no plano do Ensino de Terceiro  Grau, antiga Bandeira de Lutas estudantis.

A GROSSERIA E OS EXCESSOS

Certamente que haverá, e já há, resistência em vários niveis de representação das Universidades, mas ainda faltam mais atores na defesa das conquistas históricas porque a Grande Trama está decidida a peitar a sociedade organizada.

Antes de tudo é importante ressaltar o papel da PF, TCU, CGU e MPF, entretanto, em que pese esse reconhecimento há de se atestar que tem havido exageros inaceitáveis desses organismos desqualificando pessoas sérias, como são os dirigentes universitários, gerando com isso de forma inaceitável nódoa na imagem das IEFs.

Santa Catarina e Minas Gerais foram recentemente invadidas e vilipendiadas causando até o suicídio do Reitor da UFSC, bem como a prisão arbitrária do digno Reitor da UFMG – hoje vivendo de tranquilizantes e sem mais saúde por conta das arbitrariedades cometidas.

TEM MAIS ARBITRARIEDASES

Os organismos de Fiscalização têm criado a cultura de pânico entre os atuais e ex dirigentes Universitários extrapolando no exercicio de suas prerrogativas engessando a Gestão Publica e desestimulando Professores de elevado nivel e formação a disputar e dirigir as instituições.

São inúmeros os exemplos de Ex Dirigentes atolados em processos acusatórios sem que eles tenham tido quaisquer desvios de conduta, mas perderam o sossego e a saúde porque esses organismos têm assumido o papel torturador, ao invés de fiscalizar e recomendar procedimentos.

São ex dirigentes, decentes, com grande contribuição dada às Universidades, mas sem ter mais paz, sossego e saúde com a alta carga de pesadelos vindos de processos intermináveis.

Há um caso emblemático do ex reitor da UFPB, digno professor Jader Nunes, que no dia de sua morte teria recebido intimação pesada mesmo sendo pessoa decente.

SINTESE

Certamente que é chegada a hora dos dirigentes dos organismos de Controle e Fiscalização construirem processos e procedimentos atenuantes nas relações porque se faz imprescindível admitir que os Lideres Gestores Universitários são pessoas éticas a merecer respeito e melhor tratamento, do contrário vão acabar com o estimulo à Gestão das Universidades.

Professores conceituados,  capacitados, honestos não podem ser tratados como bandidos, a exemplo da UFSC e UFMG.

Ao final, as Comunidades Universitárias precisam apenas se prepararem para novo enfrentamento à tentativa de Privatização.

Tenho dito.

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