A reitora da Universidade Federal da Paraiba, professora Doutora Margareth Diniz, acabou protagonista de um “Bandeira de Luta”, que ainda vai mobilizar os diversos segmentos da sociedade organizada brasileira, em particular da Paraiba, exatamente na defesa da Universidade Pública e Gratuita diante das fortes ameaças assolando do Oiapoque ao Chui na nova fase do Governo Temer.
Trata-se de uma conquista da sociedade volta e meia ameaçada pelo interesse insistente e privacionista de setores que só olham o fator financeiro do segmento educacional tão rentável no Pais.
CONCEITO E EFEITOS
Margareth Diniz ao se manifestar de forma contundente contra a tentativa de privatização do ensino superior se alinha ao movimento nacional, inclusive a envolver os setores progressistas à Esquerda, mesmo sendo ela uma professora Doutora de dogma de Centro.
Segundo ela, “não são poucos os exemplos de dificuldades que o sistema público de ensino superior está enfrentando”, denunciou ela em pronunciamento na posse dosnovos diretores de Centro e registrado com exclusividade no Portal WSCOM.
EM FAVOR DA UERJ
Ela acrescentou no seu pronunciamento o clamor em defesa da UERJ: “neste momento são as nossas coirmãs estaduais, como a UERJ, que passam por problemas de máxima gravidade, além de emprestarmos nosso apoio e solidariedade a estas instituições”.
E exaltou todos os setores da sociedade: “devemos estar unidos para que essas mesmas dificuldades não intervenham no nosso dever primordial de promover o conhecimento e a formação profissional de nossa juventude”.
Margareth lembrou, por fim, que “os próximos anos colocarão à prova nossa capacidade de criar alternativas viáveis para a administração pública, como também serão testadas a nossa habilidade de resistir coletivamente às atribulações que o cenário nacional vislumbra para os anos vindouros”.
De fato, este é um assunto relevante com a Reitora assumindo posição de vanguarda a merecer registro nesta fase em que a letargia toma conta dos movimentos sociais.
NOVA SAFRA DE DIRIGENTES DA UFPB
Embora existam casos de reeleição, como se deu no Centro de Educação com professor Wilson Aragão, no CCHLA tendo a professora Mônica Nóbrega novamente reconduzida, da mesma forma no CCSA com professor Walmir Rufino, na lista dos dez novos dirigentes existem caras novas. No conjunto, para tranquilidade do futuro que se espera nos diversos centros, estão acadêmicos comprometidos com a qualidade de ensino e a defesa do Ensino Público.
Eis a lista dos novos dirigentes:
CCHLA
Monica Nobrega
Rodrigo Freire
CE
Wilson Honorato Aragão
Swamy de Paula Soares
CCSA
Walmir Rufino
Aldo Callado
CT
Antonio se Mello Villar
Tarciso Cabral da Silva
CCS
João Euclides Fernandes Braga
Fabiano Gonzaga Rodrigues
ETS
Ivanilda Pedrosa
Maria Soraya Adriano
CCJ
Fredys Orlando Sorto
Valdredo de Andrade Afuiar Filho
CCA
Manuel Bandeira de Albuquerque
Ricardo Romão Guerra
CCHSA
Terezibha Domiciano Martins
Pedro Germano Nunes
CAVN
Edvaldo Mesquita Beltrão Filho
Rodrigo Ronelli de Andrade
A FALA DO MESTRE GONZAGA RODRIGUES
O jornalista e escritor Gonzaga Rodrigues disse, ao Portal WSCOM, que anda impressionado, ao mesmo tempo sem resposta ainda convincente para os efeitos do que a Internet e as Redes Sociais têm afetado os veiculos de comunicação tradicionais, razão pela qual considera imprevisível e incerto o futuro da Mídia.
Gonzaga Rodrigues, entretanto, se mostra muito mais preocupado com o nivel do conteúdo e de quem se apodera de ferramentas de Mídia para, sem formação nem zelo ético minimo, postar informações que em muitos casos são verdadeiras ofensas pessoais.
– É muito preocupante atestar que dentro deste vendaval provocado pela Internet e as Redes Sociais esteja também a constatação de uso indevido por pessoas sem qualificação se tornou frequente abrigando intolerância nunca visto – comentou.