Nossa vida é norteada por escolhas que fazemos em todo momento. São as necessidades e os desejos que nos impelem a tomar decisões, que na prática são exercícios de escolhas. Analisando por esse aspecto concluímos que o futuro está em nossas mãos. Os sucessos e fracassos dependem muito da nossa capacidade de escolha.
Quando fazemos uma opção assumimos uma preferência, definimos uma atitude a ser tomada de forma consciente, a probabilidade de acerto é muito maior. Por isso, devemos ter o cuidado de não exercermos escolhas por intuição. À medida que vamos amadurecendo na vida, nos colocamos mais preparados para estabelecermos nossas escolhas.
O destino não é obra do acaso, ele é determinado por nós mesmos quando colocamos em prática nossas preferências no que fazer e no que pensar. Somos, portanto, eternos aprendizes na habilidade de realizar boas escolhas. As opções erradas servem de lições de vida e os acertos de experiência para melhorarmos em tudo o que conseguimos executar.
As pessoas conformadas são incapazes de fazer escolhas, se acomodam na passividade esperando que os outros decidam por elas. Essas nunca serão vencedoras na batalha da vida. Escolher é uma definição de atitude, requer antes de tudo da coragem para apostar que estará dando o passo certo no caminhar da sua existência. Os covardes param no tempo, na sua incapacidade de tomar decisões.
Nossas escolhas individuais podem ter efeito nas escolhas coletivas que se fizerem necessárias. É o caso dos processos de deliberações colegiadas ou de eleições dos nossos representantes nos poderes executivo e legislativo. Em cada um de nós reside a responsabilidade de compor uma decisão que vai refletir na vida de uma sociedade.
Em suma, a escolha é uma oportunidade que nos é colocada para que resolvamos como direcionar nossa vida, tanto no sentido da individualidade, quanto no que diz respeito à convivência social.
• Integra a série de crônicas “SENTIMENTOS, EMOÇÕES E ATITUDES”.

