Ao longo das nossas experiências de vida aprendemos que saber escutar e controlar as emoções ajuda na tomada de decisões. Mas nos vemos, de vez em quando, agindo por impulsividade, sem parar para pensar. Isso nos faz passar por situações constrangedoras e problemáticas. Somos enganados por ímpetos determinados por nossa capacidade de compreender as coisas, porque resultaram da insensatez, falta de racionalidade, desorientação.
Geralmente esse tipo de comportamento provoca arrependimento e, depois, vem aquela sensação de que “é tarde demais”, o estrago está feito. Deve valer, pelo menos, como ensinamento e não deixar que o ato vire vício. Afinal de contas o arrependimento sincero nos faz sentir a alma mais leve.
Na impulsividade não conseguimos enxergar com clareza o que está para acontecer, não medimos as consequências das nossas ações. Agimos e falamos intempestivamente quando o “sangue sobe e começa a ferver”. Perdemos até a noção do respeito ao próximo, da conduta civilizada.
Esses instantes, de certa insanidade, não podem dominar nossa consciência crítica. São nesses momentos em que se faz necessário usar da perspicácia, procurar saber a hora e a forma de agir, a oportunidade e a maneira de como falar o que sentimos e adotar nossas escolhas com a maior tranquilidade possível. Só assim venceremos esse inimigo oculto, que é essa irrefletida facilidade de nos comportarmos por impulsos.
• Integra a série de crônicas “SENTIMENTOS E EMOÇÕES”.
