{arquivo}Para dentro do Brasil já sabemos e identificamos quem tanto torce e trabalha para o País se dar mal na Copa do Mundo em que põe em xeque diversos tabus, inclusive para fora, a partir de um fato muito importante, que é o protagonismo que estamos jogando nas relações internacionais.
Um recheio como complemento: assim que terminar a Copa, o Brasil sediará pela segunda vez nova reunião dos Brics – Brasil, Rússia, India, China e África do Sul. Desta feita, Fortaleza e Brasilia, vão reunir os Paises Emergentes discutindo seu futuro, agora tendo a participação de todas Nações da América do Sul.
É o Papel institucional de nosso País jogando em favor de todo Continente e isso significa liderança nunca existente, mas agora posto em ação pelo novo status brasileiro.
Ora, um País que tem essa importância é claro que conta com a torcida contrária dos Concorrentes na Geopolitica mundial, que se contorcem de raiva por verem o Governo brasileiro construindo as soluções para assegurar uma Copa do Mundo exemplar movimentando bilhões de reais dos governos e da iniciativa privada.
Para se ter uma ideia, em face da Copa vamos ter um acréscimo de R$ 142 Bilhões durante este período gerando mais de 3 Milhões de emprego.
É claro que, em sendo assim – tudo comprovado, os adversários do Brasil, dentro e fora, não querem aceitar que o País tire nota 10 na organização do evento e das soluções de problemas básicos em curso.
Sem necessidade de Doutorado em Havard é fácil atestar, como fazem os meninos do Colégio Hildon Bandeira (antigo Santa Júlia), que o Brasil se transformou em craque das soluções básicas da sociedade, claro que tendo muito ainda o que fazer.
Mas, vamos deixar de birra, a hora é de torcer por quem tem o melhor futebol do mundo. Não há mais espaços para agouros e preconceitos.

