Um fato é verdadeiro: não há mais condições de diálogo do governador Ricardo Coutinho com o senador Cássio Cunha Lima, em face do rompimento e do conflito entre eles pelo comando do Poder estadual, mas é visível os movimentos do chefe do executivo para admitir qualquer hipótese no primeiro e segundo turnos.
Esta síntese vem a propósito de informação veiculada no WSCOM, em primeira mão, dando conta de que RC conversa com pemedebistas, a exemplo do ex-governador José Maranhão, da mesma forma que outros agentes do PMDB, como o deputado federal Manoel Junior se entende com Cássio.
Diante disto veio a reação de Veneziano e companhia reafirmando o acordo com o PT, embora as fragilidades ainda sejam visíveis por conta da disputa na proporcional, para federal e estadual, onde reside a sobrevivência dos lideres pemedebistas e de outras legendas.
Independentemente, o governador resolveu conversar até com o Diabo, se é que esse personagem se permita ser invocado numa disputa entre humanos. Mas, como figura de linguagem, possam e queiram crer que isto é verdadeiro.
Agora, só falta combinar com o povão – “aqueles russos” que Garrincha um dia imortalizou quando Feola, técnico da Seleção Brasileira, achava ser fácil o craque de sempre driblar os adversários.
EMOÇÃO NO SÃO JOSE
Fui ver de perto, com os olhos que a terra ainda há comer, a reação das dezenas de famílias presentes ao ato de inicio da reurbanização do bairro São José.
Emoção por todos os lados. Nos discursos, todas as falas contemplaram respeito à opção popular de querer se manter com dignidade no lugar e de reação com choros de quem há dezenas de anos espera um dia ter um lugar digno de morar e viver.
Anisio Maia, deputado estadual, foi quem deu o tom da mudança de postura e mentalidade quando disse que por pouco as maquinas não teriam derrubado dezenas de casas, mas que com Luciano Cartaxo, isso passou a ser questão resolvida à base do dialogo e da competência.
ULTIMA
“Eu penei/ mas aqui cheguei…”