Quando a representação precisa elevar

{arquivo}Ao longo da vida aprendi disciplinadamente que se faz indispensável respeitar os movimentos reivindicatórios, sobretudo na relação com os Poderes – em particular o Executivo porque sem processo representativo legal a letargia enferruja e distorce.

Este primado pode ser aplicado, por exemplo, nas relações atuais das organizações de classe dos diversos segmentos do funcionalismo estadual. Faz parte, aliás de muito conhecimento do governador Ricardo Coutinho que, antes de alçar o Poder Maximo do estado, vivia no meio dessa gente decente.

Destarte, como usam os letrados do bairro da Torre, é preciso saber se impor com firmeza mas sem excessos sem extravagâncias, a exemplo do que acontece na atualidade na relação da representação dos Procuradores com o Procurador Geral, Gilberto Carneiro.

Ir para as ruas, contratar jovens sem nenhum vinculo com as causas e a categoria, transformar bandeiras de lutas em procedimento sindical juvenil não combina nem com o segmento nem com a sua representação.

A rigor, para quem acompanha os fatos entre Procurador e seu segmento, é visível o saldo de conquistas mas, infelizmente, tratado de forma apequenada porque política feita com fígado perde a razão. É o caso de agora.

Ao Procurador Gilberto Carneiro resta-lhe manter a serenidade e o trabalho continuo em favor do setor e do status quo que representa com altivez e capacidade.

No mais é compreender que no processo político cada um dá o que tem.
 

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