{arquivo}Embora haja uma relação fácil e extremamente harmoniosa entre o senador Cássio Cunha Lima e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, nem por isso esse contexto será maior do que a necessidade do líder tucano de se empenhar mais a partir de agora por seu colega de partido e amigo pessoal Aécio Neves na disputa por uma das vagas na sucessão presidencial.
É exatamente isso, ou seja, o reforço estratégico e relevante construído por Eduardo Campos ao atrair Marina Silva para seu palanque e chapa significa robustez política a incomodar muito mais Aécio do que a candidatura de Dilma Rousseff.
Ora, se isto é verdade, dir-se-ia (eita a mesóclise comendo no centro da Torre!) que a ameaça da dupla Eduardo – Marina se dá mais em Aécio por estarem em faixa de disputa muito aproximada daí a necessidade do senador mineiro de ampliar suas bases no Nordeste – condição essa onde Eduardo tende a crescer, por isso surge a imperiosa necessidade de Cássio ser candidato apoiando o neto de Tancredo com palanque próprio.
Trocando em miúdos, a robustez de Campos fulmina a possibilidade de palanque múltiplo entre Ricardo Coutinho e Cássio, portanto, a projeção é mesmo de forçar palanque próprio para Aécio e este somente Cássio é capaz de montar com chances de vitória.
CONVERSA EM CAMPINA
Quem viu, jura de pés juntos que foi assim: Cássio, quando indagado ontem, se seria candidato ao Governo de pronto respondeu dizendo que isso era assunto para 2014.
Mas engatou uma marcha primeira ao interlocutor: e se eu for candidato, posso contar com seu voto?
Isso lá é pergunta que se faça? – riu o interlocutor dizendo que na família haviam vários votos.
ÚLTIMA
“Eu vou seguir/ uma luz lá no alto eu vou seguir…”
