Dois fatos reais têm marcado as comemorações do Dia da Independência do Brasil – 7 de setembro: primeiro, o pronunciamento da Presidenta Dilma Rousseff avaliando a postura do País na relação com os demais Países do Mundo, em especial os Estados Unidos em condição soberana muito diferente de anos atrás; e, segundo, as manifestações de rua, em especial no Rio de Janeiro onde pequeno grupo de manifestantes afetou o desfile dos militares e a participação popular visivelmente atingido. Em João Pessoa, chamou a atenção o caso particular do vice-governador Rômulo Gouveia, que chegou a desmaiar.
A posição assumida pela presidenta merece avaliação porque conceitua a realidade contemporânea sem engodos nem mentiras, primeiro ao admitir a importância do Governo ouvir os clamores das ruas, da mesma forma que expõe o desempenho econômico do Brasil dentro de um patamar de políticas seguras para impedir o desmantelamento de nossa economia.
Ouvir e aceitar as reivindicações populares é um sintoma importante de procedimento democrático, ao invés do uso simples do enfrentamento físico ou militar porque as causas produzidas nos protestos têm a ver com razões e indignação pela existência ainda de casos e fatos de corrupção inaceitável, por isso Dilma a presidenta age com coerência ao admitir as criticas populares.
No campo conjuntural, entretanto, o Brasil se conduz com políticas vigilantes e eficazes porque, apesar da cultura pessimista e a onda de gerar caos da Grande Midia não tem sido maior do que a capacidade da área econômica do Governo de saber conter as variações do dólar e a temida retomada da Inflação, algo que não tem se consolidado como temido.
O DESMAIO DO VICE-GOVERNADOR
Chamou a atenção, o susto dado pelo vice-governador Rômulo Gouveia ao desmaiar durante o desfile de 7 de Setembro, em João Pessoa.
Rômulo, embora tente em contrário, sofre os efeitos da obesidade, da indisciplina alimentar por isso tem pressão alta e certamente taxas glicêmicas (açúcar no sangue).
O susto de hoje serve de grande advertência porque não há outro caminho, senão cuidar da família.
OS PROTESTOS E EXCLUIDOS
As manifestações de rua em torno ao 7 de Setembro não teve a dimensão que se insinuou durante toda a fase anterior ao Desfile, sobretudo na Internet, porque a ação policial nos vários ambientes alvo conteve a presença dos manifestantes, em face da revisão das sacolas, mochilas , etc para evitar enfrentamento dentro dos locais, exceto em Maceió, onde o Grito dos Excluidos fez o grupo de manifestantes invadir a área de desfile cancelando-o na sequencia.
As manifestações precisam ser tratadas dentro do contexto político de tolerância, mesmo quando chamadas para expressar descontentamentos localizados, embora seja óbvio entender que a radicalidade de setores envolvidos nos protestos não pode se transformar em normal geral porque implica em balburdia incontrolável, portanto, não producente do ponto-de-vista democrático.
Seja como for, o Dia da Independência se fez dentro da normalidade a advertir sempre a classe política de que o descontentamento se mantém vivo e assim se dirige ao futuro.
ÚLTIMA
“Um filho teu/ não foge à luta…”
Walter Brito no PTC
O ex-deputado estadual Walter Brito confirmou ontem que está decidido a se filiar ao PTC presidido na Paraíba pelo ex-vereador Neto Franca para reforçar as estratégias de apoio à candidatura de Veneziano Vital ao Governo do Estado. Ele esteve na posse do Secretário Nacional de Aviação Civil, Nelson Negreiros Filho, reforçando aliança construída a partir do senador Vital do Rego Filho.
Em entrevista, Walter Brito comentou que sua candidatura em Campina Grande tem natureza política de reforço ao projeto de eleição de Vené.
– Temos uma base consistente em Campina Grande, onde voltaremos a defender projetos e ações especiais para crescimento sócio – econômico de nosso povo, por isso estamos animados com a candidatura nossa e de Veneziano – frisou.

