{arquivo}Recente Enquete produzida pelo Portal WSCOM expôs números preocupantes na relação da classe política com a sociedade. Embora seja instrumento incompleto na mensuração exata dos dados minuciosos sobre a conjuntura social, mesmo assim os 82,5% de internautas apontando descontentamento com a forma de atuação de nossos parlamentares é algo que, em se estando no lugar deles, certamente preocupa e muito.
Nesta terça-feira, em São Paulo, Luiz Nassiff – um dos mais gabaritados analistas da conjuntura brasileira examinava as reações das ruas, mas pelo prisma dos nomes mais evidentes no contexto presidencial. Independentemente do cargo, ao que parece perdura um sentimento de descompasso entre o que querem as pessoas, especialmente as anônimas, e a classe política de uma forma geral.
Na verdade, depois do mundo interativo no qual as pessoas podem fazer uso da palavra e da opinião para expressar sua visão de mundo e realidade, de lá para cá mudou demais a correlação política, embora a maioria dos representantes populares não esteja nessa sintonia.
Nesse bojo, todos os partidos ou a maioria deles são afetados pela nova ordem e lógica de relacionamento exigido pela sociedade anônima porque quer transparência nos atos e estes continuam sem sê-los, exigem ajustes mais fortes na construção do Poder com a sociedade e, apesar de alguns avanços, ainda é ritmo aquém.
No caso da Paraiba, poucos têm percebido este chamamento conceitual da população, por isso a maioria pode ser surpreendida no próximo ano com atos de renovação bem além da média dos últimos tempos.
Quem viver, verá.
PEREIRINHA E GILSON LIRA EM BRASILIA
Quem está se preparando para morar em Brasilia é o ex-diretor presidente dos Correios, José Pereira (Pereirinha). Ele estará ao lado do executivo Gilson Lira na assessoria do novo Secretario Nacional dos Aeroportos, Nelson Negreiros Filho.
Pereirinha deixará assessoria especial nos Correios da Paraiba.
Os dois tem experiência comprovada.
CONSTRANGIMENTO DESNECESSÁRIO
Os médicos do Ceará exageraram na forma de tratamento dos médicos cubanos, atualmente vivendo a fase de ajustes para iniciar nova jornada de trabalho nos lugares mais longinquos onde os médicos brasileiros não aceitam ir.
Cada vez mais se consolida a postura corporativista versus necessidade real do Poder central de garantir acesso à saúde onde até hoje nunca chegou.
Ainda haverá muitos desdobramentos, mas negar saúde aos que mais precisam é agir contra sua propria ética.
ÚLTIMA
“Vamos precisar de todo mundo…”

